Apuração
Deputada estadual · 2006 · PHS

Doutora Iasmin

Yasmine Fernandes Codonho · nasceu em 1975

Doutora Iasmin disputou uma eleição, em 2006, para deputada estadual (Paraná), pelo PHS: suplente.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPHS+0,17← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Dep. estadualPartidoPHS2006
eleitasuplente ou vicenão eleita
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputada estadual, 2006, suplente.

Declarou ao TSE em 2006: 31 anos, superior completo, advogado. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2006
    Deputada estadual · Paraná
    PHS 31800· centro-direita
    suplente1.887 votos; 237º mais votada de 519 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2006, Doutora Iasmin teve 1.887 votos para deputada estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 237º lugar entre 519 candidatos.

Recebeu votos em 52 cidades. Sarandi deu 61,6% deles; as 15 cidades que mais votaram, 96,0%.

1.887 votos
votos para deputada estadual em 2006
Cada quadrado é 1% de 1.887 votos.
  1. Sarandi (PR)1.162 votos61,6%
  2. Maringá (PR)463 votos24,5%
  3. Marialva (PR)36 votos1,9%
  4. Curitiba (PR)31 votos1,6%
  5. Floraí (PR)21 votos1,1%
  6. Outras 37 cidades75 votos4%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2006, Doutora Iasmin declarou R$ 20,5 mil em bens, em reais de hoje.

R$ 20,5 mil
em bens declarados em 2006, em reais de setembro de 2026 (R$ 6.890 na declaração)

Declarou 8% da mediana dos candidatos a deputado estadual no Paraná em 2006.

  • Doutora IasminR$ 20,5 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 265,7 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 1,8 mi

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 20,5 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2006, Doutora Iasmin declarou ao TSE R$ 22 mil em receitas, em reais de hoje.

2006 · Deputada estadual · Paraná · PHS · suplente

De onde veio

R$ 22 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 2 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 22 mil.
  1. Outros candidatosTudo de Valter Viana 3131-PrR$ 7.32733,3%
  2. Próprio bolsoR$ 5.93227%
  3. Pessoas2 pessoas, não nomeadasR$ 5.78426,3%
  4. PartidoTudo de Comitê Financeiro Único Pt-PrR$ 2.96613,5%

Para onde foi

R$ 22 mil
O maior gasto foi com escritório: 47% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 22 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Outros1 pessoas, não nomeadasR$ 1.1895,4%

Quanto custou cada voto: deputada estadual, Paraná, 2006

Mediana da disputa: R$ 24,3 por voto. Quem venceu, Francisco Bührer, gastou R$ 14,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 128; o mais barato, R$ 14,2.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2006, deputada estadual: 86 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.