Doutor Vagner Curi
Vagner Santos Curi · nasceu em 1950
Doutor Vagner Curi se candidatou em 6 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 2. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: prefeito, em 2008.
Passou por 4 partidos: MDB (2004–2006), PT (2008), PL (2012), PDT (2014–2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2016, não eleito.
Declarou ao TSE em 2016: 65 anos, superior completo, médico, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2014Deputado estadual · ParáPDT 12000· centro-esquerda· na urna, Vagner Curicandidatura não chegou à urna
- 2012
- 2008
- 2006Deputado estadual · ParáMDB 15222· centro· na urna, Vagner Curisuplente12.943 votos; 72º mais votado de 415 no estado
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2006, Doutor Vagner Curi teve 12.943 votos para deputado estadual, 0,4% dos votos válidos do estado: 72º lugar entre 415 candidatos.
Recebeu votos em 73 cidades. Salinópolis deu 47,0% deles; as 15 cidades que mais votaram, 96,1%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Doutor Vagner Curi declarou R$ 435,5 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2006 e 2016, o total caiu R$ 1,2 mi, já descontada a inflação.
Declarou perto da mediana dos candidatos a prefeito no Pará em 2016.
- Doutor Vagner CuriR$ 435,5 mil
- Mediana dos candidatosR$ 491,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 628 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Os 4 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- Caminhonete cabine dupla ford ranger ltd CD4 dieselR$ 243,7 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Casa residencial na av gentil bittencourt 250R$ 146,2 milCasa
- 50% Das quotas do capital social na empresa v s curi…R$ 36,2 milQuotas ou quinhões de capital
- Moto honda cg 125 fan ksR$ 9.358Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Doutor Vagner Curi declarou ao TSE R$ 1 milhão em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para prefeito: R$ 708 mil.
Campanha a campanha
2016 · Prefeito · Salinópolis (PA) · PDT · não eleito
De onde veio
Para onde foi
- Serviços2 pessoas, não nomeadasR$ 10,9 mil97,5%
- Material impressoR$ 2832,5%
Quanto custou cada voto: prefeito, Salinópolis (PA), 2016
Doutor Vagner Curi: R$ 1,98 por voto (mediana da disputa, R$ 1,98). Quem venceu, Paulo Henrique, gastou R$ 7,12 por voto.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Doutor Vagner Curi. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Paulo Henrique PSDBR$ 125 mil · 17.611 votosR$ 7,12
- Doutor Vagner Curi PDTR$ 11 mil · 5.654 votosR$ 1,98
Votos por real
- 2016, prefeito: 506 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
- 2012, prefeito: 11 votos por R$ 1.000, 49% da mediana da disputa.
- 2008, prefeito: 23 votos por R$ 1.000, 79% da mediana da disputa.
- 2006, deputado estadual: 442 votos por R$ 1.000, 4,1 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.