Apuração
Vereador · 2008 · PT

Doutor Fabiano

Fabiano da Costa Parrela · nasceu em 1971

Doutor Fabiano disputou uma eleição, em 2008, para vereador (Verdelândia (MG)), pelo PT: suplente.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPT−0,37← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

VereadorPartidoPT2008
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, suplente.

Declarou ao TSE em 2008: 36 anos, superior completo, advogado. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2008
    Vereador · Verdelândia (MG)
    PT 13333· centro-esquerda
    suplente106 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2008, Doutor Fabiano declarou R$ 884,1 mil em bens, em reais de hoje: 16 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais.

R$ 884,1 mil
em bens declarados em 2008, em reais de setembro de 2026 (R$ 327.900 na declaração)

Declarou 16 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2008.

  • Doutor FabianoR$ 884,1 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 53,9 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 111,9 mil

Cada quadrado, R$ 25 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 884,1 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2008, Doutor Fabiano declarou ao TSE R$ 11 mil em receitas, em reais de hoje.

2008 · Vereador · Verdelândia (MG) · PT · suplente

De onde veio

R$ 10,8 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 3 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 10,8 mil.
  1. PessoasR$ 5.89054,6%
  2. Próprio bolsoR$ 2.67724,8%
  3. Outros candidatosR$ 2.21220,5%

Para onde foi

R$ 10,7 mil
O maior gasto foi com outros: 38% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 10,7 mil.
  1. OutrosR$ 4.08638,1%
  2. Material impressoR$ 3.63133,9%
  3. TransporteR$ 1.96018,3%
  4. Rádio, TV e vídeoR$ 8037,5%
  5. EscritórioR$ 2362,2%

Quanto custou cada voto: vereador, Verdelândia (MG), 2008

Doutor Fabiano: R$ 101 por voto (mediana da disputa, R$ 47,7). Quem venceu, Carlao, gastou R$ 31,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 395; o mais barato, R$ 31,9.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Doutor Fabiano. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Sargento Durães DEMR$ 7,5 mil · 19 votosR$ 395
  • Edmar Miranda PTBR$ 11 mil · 44 votosR$ 260
  • Iran PTR$ 5,7 mil · 30 votosR$ 188
  • Doutor Fabiano PTR$ 11 mil · 106 votosR$ 101
  • Leo De Chu PTBR$ 12 mil · 173 votosR$ 67,2
  • Katielle Andrade PSDBR$ 7,5 mil · 149 votosR$ 50,2
  • Noe Vereador CIDADANIAR$ 6,9 mil · 144 votosR$ 47,7
  • Harley Matos PLR$ 7,8 mil · 186 votosR$ 42
  • Genildo Do Sindicato PTR$ 6,2 mil · 164 votosR$ 37,7
  • Nei DEMR$ 6,1 mil · 181 votosR$ 33,9
  • Celsin PSDBR$ 5,9 mil · 176 votosR$ 33,7
  • Carlao PSDBR$ 7 mil · 218 votosR$ 31,9

Votos por real

  • 2008, vereador: 9,9 votos por R$ 1.000, 42% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.