Douglas Borba
nasceu em 1985
Douglas Borba se candidatou em 3 eleições, de 2008 a 2016, e foi eleito em 2.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012 e 2016.
Sempre pelo PP.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, eleito.
Declarou ao TSE em 2016: 31 anos, superior completo, advogado, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Douglas Borba declarou R$ 596,6 mil em bens, em reais de hoje: 5,6 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Santa Catarina. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 555,8 mil acima da inflação.
Declarou 5,6 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Santa Catarina em 2016.
- Douglas BorbaR$ 596,6 mil
- Mediana dos candidatosR$ 107,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 253,3 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Os 5 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- Edificação situada na rua justina adalberto lealR$ 324,9 milCasa
- Terreno n. 31R$ 127,1 milTerreno
- Veiculo gm/captiva placa eag 4499 e renavan 230165990R$ 84,5 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Gm/zafira placa min 5780R$ 40,6 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Veiculo fiat/uno ano 2003R$ 19,5 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Douglas Borba declarou ao TSE R$ 190 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 89 mil, 37% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Biguaçu (SC) · PP · eleito
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 37,6 mil42,4%
- Fundo partidárioTudo de Partido ProgressistaR$ 32,4 mil36,5%
- Pessoas10 pessoas, não nomeadasR$ 14,6 mil16,5%
- Outros candidatosR$ 4.0824,6%
Para onde foi
- TransporteR$ 14,9 mil16,8%
- EscritórioR$ 8.90610%
- ServiçosR$ 6010,7%
Quanto custou cada voto: vereador, Biguaçu (SC), 2016
Douglas Borba: R$ 67,5 por voto (mediana da disputa, R$ 128). Quem venceu, Angelo, gastou R$ 35,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 725; o mais barato, R$ 35,7.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Douglas Borba. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Silvana Nau MDBR$ 46 mil · 64 votosR$ 725
- Sergio Reis PSDBR$ 190 mil · 315 votosR$ 604
- Maria Luiza Casa Da Esperança MDBR$ 103 mil · 178 votosR$ 576
- Edesio Santos MDBR$ 48 mil · 134 votosR$ 358
- Raffael Machado PSDBR$ 50 mil · 164 votosR$ 308
- Simas PSDBR$ 99 mil · 340 votosR$ 292
- Nino MDBR$ 103 mil · 807 votosR$ 128
- Magali Enfermeira MDBR$ 98 mil · 890 votosR$ 110
- Marconi DEMR$ 93 mil · 961 votosR$ 96,6
- Douglas Borba PPR$ 89 mil · 1.313 votosR$ 67,5
- Manoel Jose De Andrade(Maneca) MDBR$ 61 mil · 953 votosR$ 63,8
- Angelo PSDR$ 47 mil · 1.304 votosR$ 35,7
Votos por real
- 2016, vereador: 15 votos por R$ 1.000, 48% da mediana da disputa.
- 2012, vereador: 13 votos por R$ 1.000, 2 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 23 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.