Apuração
Vereador · 2020 · PL

Dorim

Severino Romão da Silva Neto · nasceu em 1977

Dorim se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em nenhuma. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPL+0,59← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PL2008PL2020PL← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Sempre pelo PL.

VereadorPartidoPL’04’06’08’10’12’14’16’18’20
eleitosuplente ou vicenão eleitonão chegou à urna
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, candidatura não chegou à urna.

Declarou ao TSE em 2020: 43 anos, ensino médio, motorista de veículos de transporte de carga, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    Vereador · Turvelândia (GO)
    PL 22690· direita
    candidatura não chegou à urna
  2. 2008
    Vereador · Turvelândia (GO)
    PL 22123· direita
    suplente129 votos
  3. 2004
    Vereador · Turvelândia (GO)
    PL 22123· direita· na urna, Dorin
    suplente97 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Dorim declarou ao TSE R$ 7,5 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 4,5 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 200.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2008 · Vereador · Turvelândia (GO) · PL · suplente

De onde veio

R$ 4.533
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 2 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 4.533.
  1. PessoasR$ 1.89341,8%
  2. Próprio bolsoR$ 1.37430,3%
  3. Outros candidatosR$ 1.26627,9%

Para onde foi

R$ 4.533
O maior gasto foi com outros: 76% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 4.533.
  1. OutrosR$ 3.42775,6%
  2. TransporteR$ 45510%
  3. Material impressoR$ 4429,7%
  4. EscritórioR$ 2094,6%

Quanto custou cada voto: vereador, Turvelândia (GO), 2008

Mediana da disputa: R$ 55,3 por voto. Quem venceu, Tico, gastou R$ 27,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 615; o mais barato, R$ 27,7.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Boa Gente PLR$ 12 mil · 19 votosR$ 615
  • Andre Da Paula PTR$ 10 mil · 18 votosR$ 580
  • Shampu PTR$ 9,7 mil · 17 votosR$ 569
  • Beth Do Valdevi MDBR$ 8 mil · 49 votosR$ 163
  • Adalto Da Patrola MDBR$ 8,6 mil · 135 votosR$ 63,9
  • Oripim MDBR$ 8 mil · 131 votosR$ 60,8
  • Fabricio Mendonça MDBR$ 8,9 mil · 161 votosR$ 55,3
  • Zequiel MDBR$ 9,3 mil · 171 votosR$ 54,5
  • Euripedes Cabrito PTR$ 9,8 mil · 182 votosR$ 53,6
  • Gaguim MDBR$ 12 mil · 260 votosR$ 45,7
  • Marlos Borges PLR$ 15 mil · 360 votosR$ 43
  • Tico PPR$ 7,5 mil · 270 votosR$ 27,7

Votos por real

  • 2008, vereador: 28 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
  • 2004, vereador: 33 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.