Apuração
Vereador · 2008 · MDB

Adalto da Patrola

Adalto Pinheiro da Silva · nasceu em 1962

Adalto da Patrola disputou uma eleição, em 2008, para vereador (Turvelândia (GO)), pelo MDB: suplente.

01

Centro, pelo partido

Pelo partidoMDB+0,07← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

VereadorPartidoMDB2008
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, suplente.

Declarou ao TSE em 2008: 45 anos, até o fundamental, servidor público municipal. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2008
    Vereador · Turvelândia (GO)
    MDB 15651· centro
    suplente135 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2008, Adalto da Patrola declarou R$ 105,2 mil em bens, em reais de hoje: 1,6 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Goiás.

R$ 105,2 mil
em bens declarados em 2008, em reais de setembro de 2026 (R$ 39.000 na declaração)

Declarou 1,6 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Goiás em 2008.

  • Adalto da PatrolaR$ 105,2 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 67,4 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 129,4 mil

Cada quadrado, R$ 5.000.

Cada quadrado é 1% de R$ 105,2 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2008, Adalto da Patrola declarou ao TSE R$ 8,6 mil em receitas, em reais de hoje.

2008 · Vereador · Turvelândia (GO) · MDB · suplente

De onde veio

R$ 8.632
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 2 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 8.632.
  1. Próprio bolsoR$ 6.01669,7%
  2. Outros candidatosR$ 2.52229,2%
  3. PessoasR$ 911,1%

Para onde foi

R$ 8.632
O maior gasto foi com outros: 61% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 8.632.
  1. OutrosR$ 5.28061,2%
  2. TransporteR$ 2.67731%
  3. Material impressoR$ 5095,9%
  4. EscritórioR$ 1631,9%

Quanto custou cada voto: vereador, Turvelândia (GO), 2008

Adalto Da Patrola: R$ 63,9 por voto (mediana da disputa, R$ 55,3). Quem venceu, Tico, gastou R$ 27,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 615; o mais barato, R$ 27,7.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Adalto Da Patrola. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Boa Gente PLR$ 12 mil · 19 votosR$ 615
  • Andre Da Paula PTR$ 10 mil · 18 votosR$ 580
  • Shampu PTR$ 9,7 mil · 17 votosR$ 569
  • Beth Do Valdevi MDBR$ 8 mil · 49 votosR$ 163
  • Adalto Da Patrola MDBR$ 8,6 mil · 135 votosR$ 63,9
  • Oripim MDBR$ 8 mil · 131 votosR$ 60,8
  • Fabricio Mendonça MDBR$ 8,9 mil · 161 votosR$ 55,3
  • Zequiel MDBR$ 9,3 mil · 171 votosR$ 54,5
  • Euripedes Cabrito PTR$ 9,8 mil · 182 votosR$ 53,6
  • Gaguim MDBR$ 12 mil · 260 votosR$ 45,7
  • Marlos Borges PLR$ 15 mil · 360 votosR$ 43
  • Tico PPR$ 7,5 mil · 270 votosR$ 27,7

Votos por real

  • 2008, vereador: 16 votos por R$ 1.000, 86% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.