Donias
Donias Carvalho · nasceu em 1960
Donias disputou uma eleição, em 2004, para prefeito (Euclides da Cunha Paulista (SP)), pelo PRTB: não eleito.
Direita, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2004, não eleito.
Declarou ao TSE em 2004: 44 anos, ensino médio, comerciante. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2004, Donias declarou ao TSE R$ 49 mil em receitas, em reais de hoje.
2004 · Prefeito · Euclides da Cunha Paulista (SP) · PRTB · não eleito
De onde veio
Para onde foi
- Material impressoR$ 32,4 mil65,6%
- TransporteR$ 14,3 mil28,8%
- ServiçosR$ 2.7695,6%
Quanto custou cada voto: prefeito, Euclides da Cunha Paulista (SP), 2004
Donias: R$ 31 por voto (mediana da disputa, R$ 35,3). Quem venceu, Gilberto, gastou R$ 44 por voto. O voto mais caro custou R$ 819; o mais barato, R$ 31.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Donias. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Ze Mendes PTBR$ 16 mil · 19 votosR$ 819
- Gilberto CIDADANIAR$ 92 mil · 2.083 votosR$ 44
- Lurdes Do Jacare PSDBR$ 73 mil · 2.075 votosR$ 35,3
- Donias PRTBR$ 49 mil · 1.598 votosR$ 31
Votos por real
- 2004, prefeito: 32 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.