Apuração
Vereadora · 2012 · PP

Dona Rosa do Escritório Brasil

Rosa Maria de Souza Demarchi · nasceu em 1964

Dona Rosa do Escritório Brasil disputou uma eleição, em 2012, para vereadora (Pimenta Bueno (RO)), pelo PP: eleita.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPP+0,66← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

VereadoraPartidoPP2012
eleitasuplente ou vicenão eleita
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2012, eleita.

Declarou ao TSE em 2012: 48 anos, superior completo, administrador. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2012
    Vereadora · Pimenta Bueno (RO)
    PP 11222· direita
    eleita410 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2012, Dona Rosa do Escritório Brasil declarou R$ 5,5 mi em bens, em reais de hoje: 66 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Rondônia.

R$ 5,5 mi
em bens declarados em 2012, em reais de setembro de 2026 (R$ 2.495.000 na declaração)

Declarou 66 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Rondônia em 2012.

  • Dona Rosa do Escritório BrasilR$ 5,5 mi
  • Mediana dos candidatosR$ 83,3 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 195 mil

Cada quadrado, R$ 200 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 5,5 mi. Toque numa parte para abrir.
Os 6 itens declarados em 2012, do maior ao menor
  1. Imovél ruralR$ 3,3 mi
    Outros bens imóveis rural
  2. Imovel residencialR$ 657,4 mil
    Casa
  3. Imovel residencialR$ 657,4 mil
    Casa
  4. Imovél comercial na avenida presidente kenediR$ 657,4 mil
    Outros bens imóveis
  5. Camionete, utilitárioR$ 131,5 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  6. Carro passeioR$ 76,7 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2012, Dona Rosa do Escritório Brasil declarou ao TSE R$ 132 mil em receitas, em reais de hoje.

2012 · Vereadora · Pimenta Bueno (RO) · PP · eleita

De onde veio

R$ 132,5 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 22 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 132,5 mil.
  1. Pessoas22 pessoas, não nomeadasR$ 118,5 mil89,4%
  2. Próprio bolsoR$ 12,9 mil9,7%
  3. EmpresasR$ 1.1000,8%

Para onde foi

R$ 132,5 mil
O maior gasto foi com material impresso: 46% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 132,5 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoal30 pessoas, não nomeadasR$ 41,6 mil31,4%
  2. EscritórioR$ 2.7162,1%
  3. OutrosR$ 2.0971,6%
  4. InternetR$ 2170,2%

Quanto custou cada voto: vereadora, Pimenta Bueno (RO), 2012

Dona Rosa Do Escritório Brasil: R$ 323 por voto (mediana da disputa, R$ 89,5). Quem venceu, Marquinhos Do Cristal, gastou R$ 27,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 323; o mais barato, R$ 27,1.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Dona Rosa Do Escritório Brasil. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2012, vereadora: 3,1 votos por R$ 1.000, 14% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.