Apuração
Vereadora · 2008 · MDB

Dona Rosa

Rosa Álvares Rocha de Freitas · nasceu em 1950

Dona Rosa se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2008, e foi eleita em nenhuma.

01

Centro, pelo partido

Pelo partidoMDB+0,07← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004MDB2008MDB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Sempre pelo MDB.

VereadoraPartidoMDB200420062008
eleitasuplente ou vicenão eleita
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2008, suplente.

Declarou ao TSE em 2008: 57 anos, até o fundamental, dona de casa. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2008
    Vereadora · Paraopeba (MG)
    MDB 15601· centro
    suplente281 votos
  2. 2004
    Vereadora · Paraopeba (MG)
    MDB 15601· centro
    suplente274 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2008, Dona Rosa declarou R$ 1,6 mi em bens, em reais de hoje: 30 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais.

R$ 1,6 mi
em bens declarados em 2008, em reais de setembro de 2026 (R$ 595.000 na declaração)

Declarou 30 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2008.

  • Dona RosaR$ 1,6 mi
  • Mediana dos candidatosR$ 53,9 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 111,9 mil

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 1,6 mi. Toque numa parte para abrir.
Os 5 itens declarados em 2008, do maior ao menor
  1. Uma residência na rua brasíliaR$ 808,9 mil
    Imóveis
  2. Três residências na rua tiradentesR$ 323,6 mil
    Imóveis
  3. 50% Da residencia na avenida getúlio vargasR$ 323,6 mil
    Imóveis
  4. Uma residência na rua maria madalenaR$ 107,9 mil
    Imóveis
  5. Um veículo fiatR$ 40,4 mil
    Veículos, barcos e aeronaves

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Dona Rosa declarou ao TSE R$ 6,4 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereadora: R$ 6,2 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 200.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2008 · Vereadora · Paraopeba (MG) · MDB · suplente

De onde veio

R$ 6.206
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 6.206.
  1. Próprio bolsoR$ 6.07897,9%
  2. Outros candidatosR$ 1292,1%

Para onde foi

R$ 6.206
O maior gasto foi com pessoal: 93% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 6.206.
  1. PessoalR$ 5.78393,2%
  2. Material impressoR$ 2954,7%
  3. OutrosR$ 1292,1%

Quanto custou cada voto: vereadora, Paraopeba (MG), 2008

Mediana da disputa: R$ 43,6 por voto. Quem venceu, Roberto Do Açougue, gastou R$ 19,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 1.150; o mais barato, R$ 19,5.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Raimundo Do Triciclo PTR$ 11 mil · 10 votosR$ 1.150
  • Wenderson Posto Jm MDBR$ 8,4 mil · 60 votosR$ 140
  • Totó PVR$ 28 mil · 270 votosR$ 104
  • Toninho Bolina PSDBR$ 12 mil · 153 votosR$ 78,1
  • Zé Cláudio Do Zé Heleno MDBR$ 8 mil · 132 votosR$ 60,7
  • Nelson DEMR$ 27 mil · 449 votosR$ 59,6
  • Bil Do Engenho CIDADANIAR$ 19 mil · 425 votosR$ 43,6
  • Willian Figueiredo MDBR$ 13 mil · 484 votosR$ 26,8
  • Batata PLR$ 8,9 mil · 345 votosR$ 25,7
  • Aroldinho PTBR$ 15 mil · 637 votosR$ 24
  • Adilson Figueiredo MDBR$ 9,7 mil · 457 votosR$ 21,3
  • Roberto Do Açougue PSDBR$ 14 mil · 741 votosR$ 19,5

Votos por real

  • 2008, vereadora: 45 votos por R$ 1.000, 2,8 vezes a mediana da disputa.
  • 2004, vereadora: 274 votos por R$ 1.000, 4,1 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.