Domingos Stolffo
nasceu em 1963
Domingos Stolffo se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 2.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004 e 2008.
Passou por 2 partidos: DEM (2004–2008), CIDADANIA (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 53 anos, até o fundamental, agricultor, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Domingos Stolffo declarou R$ 1 mi em bens, em reais de hoje: 24 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Paraná. Entre 2008 e 2016, o total caiu R$ 541,1 mil, já descontada a inflação.
Declarou 24 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Paraná em 2016.
- Domingos StolffoR$ 1 mi
- Mediana dos candidatosR$ 42,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 170,3 mil
Cada quadrado, R$ 50 mil.
Os 6 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- Lote rural 154 da gleba 52-FB com 18.35 haR$ 877,3 milTerreno rural
- Poupança ouro banco do brasilR$ 63,1 milDinheiro em espécie
- Fiat strada 2014 cor brancaR$ 53,6 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Diversos maquinarios e equipamentos agricolas na propriedadeR$ 32,5 milOutros bens móveis
- Eurocap banco do brasilR$ 5.219Dinheiro em espécie
- Consorcio de automoveisR$ 1.919Consórcio não contemplado
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Domingos Stolffo declarou ao TSE R$ 15 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 7 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Enéas Marques (PR) · CIDADANIA · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 4.45363,2%
- PessoasR$ 2.58736,8%
Para onde foi
- TransporteR$ 5.15273,2%
- Rádio, TV e vídeoR$ 89112,6%
- Material impressoR$ 83611,9%
- ServiçosR$ 1622,3%
Quanto custou cada voto: vereador, Enéas Marques (PR), 2016
Domingos Stolffo: R$ 26,4 por voto (mediana da disputa, R$ 32,2). Quem venceu, Jairo Formaio, gastou R$ 20,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 291; o mais barato, R$ 20,3.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Domingos Stolffo. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Cardoso PSDBR$ 6,1 mil · 21 votosR$ 291
- Joana A. Rodrigues PPR$ 7,1 mil · 40 votosR$ 178
- Marli Simioni PDTR$ 6,1 mil · 53 votosR$ 115
- Antonio Pasko PVR$ 6,1 mil · 70 votosR$ 87,3
- Carlos Santin DEMR$ 6,2 mil · 110 votosR$ 56,6
- Mana PSDBR$ 6,2 mil · 111 votosR$ 56,3
- Paulinho Camera PSCR$ 10 mil · 320 votosR$ 32,2
- Adelar Lima MDBR$ 6,1 mil · 208 votosR$ 29,3
- Domingos Stolffo CIDADANIAR$ 7 mil · 267 votosR$ 26,4
- Berlato PPR$ 6,6 mil · 261 votosR$ 25,4
- Sidi Onofre PSCR$ 6,3 mil · 280 votosR$ 22,4
- Jairo Formaio PSDBR$ 7,1 mil · 351 votosR$ 20,3
Votos por real
- 2016, vereador: 38 votos por R$ 1.000, 2,3 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 45 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 137 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.