Apuração
Prefeito · 2024 · PDT

Djalma Furquim

Djalma Lucas Furquim · nasceu em 1953

Djalma Furquim se candidatou em 8 eleições, de 2002 a 2024, e foi eleito em 1. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPDT−0,21← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2002MOBILIZA2004PDT2008PDT2010PDT2012PDT2016PDT2020PDT2024PDT← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: prefeito, em 2004.

Passou por 2 partidos: MOBILIZA (2002), PDT (2004–2024).

Dep. estadualPrefeitoPartidoMOBILIZAPDT’02’04’06’08’10’12’14’16’18’20’22’24
eleitosuplente ou vicenão eleitonão chegou à urna
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2024, não eleito.

Declarou ao TSE em 2024: 70 anos, superior completo, advogado, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2024
    PDT 12· centro-esquerda
    não eleito1.229 votos, 8,7%
  2. 2020
    PDT 12· centro-esquerda
    não eleito
  3. 2016
    PDT 12· centro-esquerda
    candidatura não chegou à urna
  4. 2012
    PDT 12· centro-esquerda
    não eleito3.972 votos, 29,4%
  5. 2010
    Deputado estadual · Mato Grosso do Sul
    PDT 12456· centro-esquerda
    suplente4.958 votos; 52º mais votado de 240 no estado
  6. 2008
    PDT 12· centro-esquerda
    não eleito6.087 votos, 48,8%
  7. 2004
    PDT 12· centro-esquerda
    eleito5.618 votos, 89,7%
  8. 2002
    Deputado estadual · Mato Grosso do Sul
    MOBILIZA 33567· centro-direita
    suplente4.626 votos; 61º mais votado de 210 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2010, Djalma Furquim teve 4.958 votos para deputado estadual, 0,4% dos votos válidos do estado: 52º lugar entre 240 candidatos.

Recebeu votos em 39 cidades. Aparecida do Taboado deu 81,4% deles; as 15 cidades que mais votaram, 98,5%.

4.958 votos
votos para deputado estadual em 2010
Cada quadrado é 1% de 4.958 votos.
  1. Aparecida do Taboado (MS)4.038 votos81,4%
  2. Paranaíba (MS)270 votos5,4%
  3. Campo Grande (MS)126 votos2,5%
  4. Selvíria (MS)116 votos2,3%
  5. Chapadão do Sul (MS)88 votos1,8%
  6. Outras 24 cidades72 votos1,5%
As outras 1 eleições para deputado
4.626 votos
votos para deputado estadual em 2002
Cada quadrado é 1% de 4.626 votos.
  1. Aparecida do Taboado (MS)3.495 votos75,6%
  2. Selvíria (MS)396 votos8,6%
  3. Campo Grande (MS)347 votos7,5%
  4. Paranaíba (MS)146 votos3,2%
  5. Três Lagoas (MS)128 votos2,8%
  6. Outras 2 cidades2 votos< 0,1%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2012, Djalma Furquim declarou R$ 109,6 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2012, o total caiu R$ 95,4 mil, já descontada a inflação.

Em 2024, não declarou nenhum bem.

Cada quadrado, R$ 20 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 109,6 mil
em bens declarados em 2012, em reais de setembro de 2026 (R$ 50.000 na declaração)

Declarou 17% da mediana dos candidatos a prefeito em Mato Grosso do Sul em 2012.

  • Djalma FurquimR$ 109,6 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 662,4 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 740,6 mil

Cada quadrado, R$ 20 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 109,6 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 8 campanhas com contas prestadas, Djalma Furquim declarou ao TSE R$ 720 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2010, para deputado estadual: R$ 406 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 10 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2024 · Prefeito · Aparecida do Taboado (MS) · PDT · não eleito

De onde veio

R$ 105,5 mil
98% veio de fundos públicos; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 105,5 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. PessoasR$ 1.6411,6%

Para onde foi

R$ 103,9 mil
O maior gasto foi com pessoal: 36% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 103,9 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoal28 pessoas, não nomeadasR$ 37,8 mil36,4%
  2. EscritórioR$ 3.5683,4%
  3. InternetR$ 1160,1%

Quanto custou cada voto: prefeito, Aparecida do Taboado (MS), 2024

Djalma Furquim: R$ 84,5 por voto (mediana da disputa, R$ 84,5). Quem venceu, José Natan, gastou R$ 24,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 103; o mais barato, R$ 24,4.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Djalma Furquim. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2024, prefeito: 14 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
  • 2012, prefeito: 933 votos por R$ 1.000, 26 vezes a mediana da disputa.
  • 2010, deputado estadual: 12 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
  • 2008, prefeito: 124 votos por R$ 1.000, 79% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.