Apuração
Prefeito · 2012 · PSDB

Djaci

Djaci Farias Brasileiro · nasceu em 1947

Djaci se candidatou em 4 eleições, de 2002 a 2012, e foi eleito em 2.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPSDB+0,17← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2002MDB2006MDB2008PSDB2012PSDB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: deputado estadual, em 2002.

Passou por 2 partidos: MDB (2002–2006), PSDB (2008–2012).

Dep. estadualPrefeitoPartidoMDBPSDB200220042006200820102012
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2012, não eleito.

Declarou ao TSE em 2012: 65 anos, superior completo, médico. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2012
    Prefeito · Itaporanga (PB)
    PSDB 45· centro-direita
    não eleito6.243 votos, 47,6%
  2. 2008
    Prefeito · Itaporanga (PB)
    PSDB 45· centro-direita· na urna, Djaci Brasileiro
    eleito6.135 votos, 50,6%
  3. 2006
    Deputado estadual · Paraíba
    MDB 15113· centro· na urna, Djaci Brasileiro
    suplente20.184 votos; 41º mais votado de 222 no estado
  4. 2002
    Deputado estadual · Paraíba
    MDB 15113· centro· na urna, Djaci Farias Brasileiro
    eleito20.230 votos; 29º mais votado de 199 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2006, Djaci teve 20.184 votos para deputado estadual, 1,0% dos votos válidos do estado: 41º lugar entre 222 candidatos.

Recebeu votos em 139 cidades. Itaporanga deu 25,7% deles; as 15 cidades que mais votaram, 86,1%.

20.184 votos
votos para deputado estadual em 2006
Cada quadrado é 1% de 20.184 votos.
  1. Itaporanga (PB)5.191 votos25,7%
  2. Igaracy (PB)2.014 votos10%
  3. João Pessoa (PB)1.493 votos7,4%
  4. Ingá (PB)1.477 votos7,3%
  5. Boa Ventura (PB)1.067 votos5,3%
  6. Outras 124 cidades2.814 votos13,9%
As outras 1 eleições para deputado
20.230 votos
votos para deputado estadual em 2002
Cada quadrado é 1% de 20.230 votos.
  1. Itaporanga (PB)4.298 votos21,2%
  2. Igaracy (PB)1.562 votos7,7%
  3. Piancó (PB)1.224 votos6,1%
  4. Conceição (PB)980 votos4,8%
  5. Olho D'água (PB)963 votos4,8%
  6. Outras 113 cidades4.115 votos20,3%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2012, Djaci declarou R$ 1,3 mi em bens, em reais de hoje: 4,7 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo na Paraíba. Entre 2006 e 2012, o total caiu R$ 16,3 mi, já descontada a inflação.

Cada quadrado, R$ 500 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 1,3 mi
em bens declarados em 2012, em reais de setembro de 2026 (R$ 571.000 na declaração)

Declarou 4,7 vezes a mediana dos candidatos a prefeito na Paraíba em 2012.

  • DjaciR$ 1,3 mi
  • Mediana dos candidatosR$ 265,1 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 273,9 mil

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 1,3 mi. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 4 campanhas com contas prestadas, Djaci declarou ao TSE R$ 542 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para prefeito: R$ 163 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 5 mil.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2012 · Prefeito · Itaporanga (PB) · PSDB · não eleito

De onde veio

R$ 163,1 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 4 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 163,1 mil.
  1. Pessoas4 pessoas, não nomeadasR$ 102,3 mil62,7%
  2. Próprio bolsoR$ 60,8 mil37,3%

Para onde foi

R$ 163,1 mil
O maior gasto foi com transporte: 53% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 163,1 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. ServiçosR$ 7.9714,9%
  2. Rádio, TV e vídeoR$ 7.7984,8%
  3. OutrosR$ 7.3734,5%
  4. EscritórioR$ 7.1074,4%
  5. EventosR$ 6.3343,9%

Quanto custou cada voto: prefeito, Itaporanga (PB), 2012

Djaci: R$ 26,1 por voto (mediana da disputa, R$ 18,4). Quem venceu, Berguim, gastou R$ 2,35 por voto. O voto mais caro custou R$ 26,1; o mais barato, R$ 2,35.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Djaci. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Djaci PSDBR$ 163 mil · 6.243 votosR$ 26,1
  • Sousa Neto REPUBLICANOSR$ 8,1 mil · 437 votosR$ 18,4
  • Berguim PTBR$ 15 mil · 6.442 votosR$ 2,35

Votos por real

  • 2012, prefeito: 38 votos por R$ 1.000, 71% da mediana da disputa.
  • 2008, prefeito: 51 votos por R$ 1.000, 69% da mediana da disputa.
  • 2006, deputado estadual: 150 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
  • 2002, deputado estadual: 164 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.