Apuração
Vereador · 2016 · PC do B

Divino Cadeira

Divino Pereira da Silva · nasceu em 1970

Divino Cadeira se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPC do B−0,32← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PL2016PC do B← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 2 partidos: PL (2004), PC do B (2016).

VereadorPartidoPLPC do B2004200620082010201220142016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.

Declarou ao TSE em 2016: 46 anos, até o fundamental, cor parda. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    Vereador · Barro Alto (GO)
    PC do B 65123· esquerda
    suplente289 votos
  2. 2004
    Vereador · Barro Alto (GO)
    PL 22121· direita· na urna, Divino Pereira
    suplente

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Divino Cadeira declarou R$ 117 mil em bens, em reais de hoje: 2,8 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Goiás.

R$ 117 mil
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 72.000 na declaração)

Declarou 2,8 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Goiás em 2016.

  • Divino CadeiraR$ 117 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 41,4 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 157,6 mil

Cada quadrado, R$ 5.000.

Cada quadrado é 1% de R$ 117 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Divino Cadeira declarou ao TSE R$ 18 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 17 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 500.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2016 · Vereador · Barro Alto (GO) · PC do B · suplente

De onde veio

R$ 17,2 mil
0% veio de fundos públicos; 3 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 17,2 mil.
  1. Próprio bolsoR$ 12,2 mil70,9%
  2. PessoasR$ 5.00329,1%

Para onde foi

R$ 17,2 mil
O maior gasto foi com transporte: 50% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 17,2 mil.
  1. TransporteR$ 8.61750,2%
  2. PessoalR$ 8.54949,8%

Quanto custou cada voto: vereador, Barro Alto (GO), 2016

Divino Cadeira: R$ 59,4 por voto (mediana da disputa, R$ 55). Quem venceu, Elismar, gastou R$ 20,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 141; o mais barato, R$ 20,9.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Divino Cadeira. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2016, vereador: 17 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.