Apuração
Vereador · 2020 · PTB

Divaldo de Getúlio

Dalmo Fontes · nasceu em 1966

Divaldo de Getúlio se candidatou em 2 eleições, de 2016 a 2020, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPTB+0,40← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2016PSD2020PTB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 2 partidos: PSD (2016), PTB (2020).

VereadorPartidoPSDPTB201620182020
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.

Declarou ao TSE em 2020: 54 anos, até o fundamental, pescador, cor parda. A cor declarada mudou: branca em 2016, parda em 2020. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    Vereador · Belo Monte (AL)
    PTB 14142· centro-direita
    suplente1 votos
  2. 2016
    Vereador · Belo Monte (AL)
    PSD 55333· direita· na urna, Divaldo de Getulio
    suplente

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Divaldo de Getúlio declarou R$ 89,4 mil em bens, em reais de hoje.

Em 2020, não declarou nenhum bem.

Cada quadrado, R$ 2.500.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 89,4 mil
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 55.000 na declaração)

Mais da metade (59%) dos candidatos a vereador em Alagoas não declarou nenhum bem em 2016.

Cada quadrado é 1% de R$ 89,4 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Divaldo de Getúlio declarou ao TSE R$ 3,2 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2020, para vereador: R$ 2 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 50.
dinheiro públicodemais fontesToque numa campanha para abrir as contas dela.

2020 · Vereador · Belo Monte (AL) · PTB · suplente

De onde veio

R$ 2.027
0% veio de fundos públicos; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.

Para onde foi

R$ 2.025
O maior gasto foi com material impresso: 99% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 2.025.
  1. Material impressoR$ 2.01099,2%
  2. EscritórioR$ 160,8%

Quanto custou cada voto: vereador, Belo Monte (AL), 2020

Divaldo De Getúlio: R$ 2.025 por voto (mediana da disputa, R$ 7,55). Quem venceu, Talvane Pereira, gastou R$ 6,32 por voto. O voto mais caro custou R$ 2.025; o mais barato, R$ 6,32.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Divaldo De Getúlio. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2020, vereador: 0,49 votos por R$ 1.000, 1% da mediana da disputa.
  • 2016, vereador: 83 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.