Divaldo Correa
Divaldo Assunção Correa · nasceu em 1954
Divaldo Correa disputou uma eleição, em 2016, para vereador (Cachoeira do Arari (PA)), pelo PTB: suplente.
Centro-direita, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 62 anos, até o fundamental, trabalhador rural, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Divaldo Correa declarou R$ 243,7 mil em bens, em reais de hoje: 11 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Pará.
Declarou 11 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Pará em 2016.
- Divaldo CorreaR$ 243,7 mil
- Mediana dos candidatosR$ 22,7 mil
- Mediana dos eleitosR$ 126,8 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2016, Divaldo Correa declarou ao TSE R$ 5,1 mil em receitas, em reais de hoje.
2016 · Vereador · Cachoeira do Arari (PA) · PTB · suplente
De onde veio
- Outros candidatosR$ 3.43367,9%
- PessoasR$ 1.61932,1%
Para onde foi
- TransporteR$ 4.95598,1%
- Material impressoR$ 971,9%
Quanto custou cada voto: vereador, Cachoeira do Arari (PA), 2016
Divaldo Correa: R$ 21,5 por voto (mediana da disputa, R$ 15,9). Quem venceu, Alsione Cardoso, gastou R$ 7,09 por voto. O voto mais caro custou R$ 56,6; o mais barato, R$ 7,09.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Divaldo Correa. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Rutinha Vidal PTBR$ 9,3 mil · 165 votosR$ 56,6
- Juarez Leão MDBR$ 8,4 mil · 250 votosR$ 33,7
- Irandir PTBR$ 4,2 mil · 134 votosR$ 31,3
- Divaldo Correa PTBR$ 5,1 mil · 235 votosR$ 21,5
- Avelar PSDBR$ 5,7 mil · 294 votosR$ 19,3
- Robson PSBR$ 5,8 mil · 307 votosR$ 19
- Ronaldo Brito PTBR$ 5,1 mil · 317 votosR$ 15,9
- Gerson PSCR$ 5,7 mil · 403 votosR$ 14,1
- Neta Brown MDBR$ 4,2 mil · 372 votosR$ 11,4
- Eduardo Feio DCR$ 2,4 mil · 271 votosR$ 8,96
- Eliesio Santos PSDBR$ 2,4 mil · 284 votosR$ 8,55
- Alsione Cardoso MDBR$ 3,7 mil · 521 votosR$ 7,09
Votos por real
- 2016, vereador: 47 votos por R$ 1.000, 45% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.