Divaldo
Divaldo de Camargo Pereira · nasceu em 1942
Divaldo se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2016.
Passou por 4 partidos: DEM (2004), CIDADANIA (2008), PSC (2012), PSD (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, eleito.
Declarou ao TSE em 2016: 74 anos, superior completo, odontólogo, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008Vice-prefeito · Américo Brasiliense (SP)CIDADANIA 14· centroNa chapa de Cleide Bertichapa não eleita8.311 votos da chapa, 42,5%
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Divaldo declarou R$ 1,4 mi em bens, em reais de hoje: 59 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 591,5 mil acima da inflação.
Declarou 59 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2016.
- DivaldoR$ 1,4 mi
- Mediana dos candidatosR$ 23,6 mil
- Mediana dos eleitosR$ 137,8 mil
Cada quadrado, R$ 50 mil.
Os 7 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- Americo brasilienseR$ 682,4 milCasa
- AraraquaraR$ 201,5 milApartamento
- PrevR$ 142,9 milOutros fundos
- AraraquaraR$ 141,5 milApartamento
- Lote 09 quadra 04R$ 115,9 milTerreno
- Spin chevroletR$ 114,9 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- AplicaçãoR$ 1.306Renda fixa (CDB, RDB e outros)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Divaldo declarou ao TSE R$ 31 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 16 mil, 0,9% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Américo Brasiliense (SP) · PSD · eleito
De onde veio
- Pessoas1 pessoas, não nomeadasR$ 8.09651,3%
- Próprio bolsoR$ 7.53947,8%
- Fundo partidárioR$ 1380,9%
Para onde foi
- Pessoal9 pessoas, não nomeadasR$ 12,1 mil76,5%
- Serviços2 pessoas, não nomeadasR$ 8105,1%
- EscritórioR$ 370,2%
Quanto custou cada voto: vereador, Américo Brasiliense (SP), 2016
Divaldo: R$ 42,9 por voto (mediana da disputa, R$ 16,3). Quem venceu, Cidão, gastou R$ 8,53 por voto. O voto mais caro custou R$ 53,1; o mais barato, R$ 8,53.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Divaldo. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Walkiria Assistente Social PLR$ 8,5 mil · 161 votosR$ 53,1
- Divaldo PSDR$ 16 mil · 368 votosR$ 42,9
- Marli Pavão MDBR$ 17 mil · 435 votosR$ 39,6
- Sonia Fernandes PLR$ 4,3 mil · 123 votosR$ 35,1
- Alemão Do Transporte PTR$ 9,2 mil · 448 votosR$ 20,6
- Mário Campos PVR$ 8,6 mil · 496 votosR$ 17,3
- Edinan Filho Do Lia PRTBR$ 4,5 mil · 277 votosR$ 16,3
- Diego Viveiros PTBR$ 10 mil · 726 votosR$ 14,3
- Zé Roberto PLR$ 4,8 mil · 341 votosR$ 13,9
- Luzimar Baianinho PLR$ 6,7 mil · 494 votosR$ 13,5
- Trajano PSDBR$ 7,3 mil · 638 votosR$ 11,4
- Cidão REPUBLICANOSR$ 5,3 mil · 624 votosR$ 8,53
Votos por real
- 2016, vereador: 23 votos por R$ 1.000, 57% da mediana da disputa.
- 2012, vereador: 22 votos por R$ 1.000, 82% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.