Dito Pasqualini
Benedito Pasqualini · nasceu em 1950
Dito Pasqualini se candidatou em 2 eleições, de 2008 a 2016, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo MDB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 66 anos, até o fundamental, comerciante, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Dito Pasqualini declarou R$ 6.499 em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2016, o total caiu R$ 15,1 mil, já descontada a inflação.
Declarou 28% da mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2016.
- Dito PasqualiniR$ 6.499
- Mediana dos candidatosR$ 23,6 mil
- Mediana dos eleitosR$ 137,8 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Dito Pasqualini declarou ao TSE R$ 622 em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 461.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Ribeirão do Sul (SP) · MDB · suplente
De onde veio
- Outros candidatosR$ 29363,5%
- PessoasR$ 16836,5%
Para onde foi
- Material impressoR$ 29363,5%
- ServiçosR$ 16836,5%
Quanto custou cada voto: vereador, Ribeirão do Sul (SP), 2016
Mediana da disputa: R$ 8,44 por voto. Quem venceu, Bruno Miller, gastou R$ 3,76 por voto. O voto mais caro custou R$ 20,6; o mais barato, R$ 3,76.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Jairo Jorge CIDADANIAR$ 617 · 30 votosR$ 20,6
- Cida Justino PROSR$ 665 · 34 votosR$ 19,6
- Cidinho PSDBR$ 868 · 50 votosR$ 17,4
- Ivão Policial CIDADANIAR$ 1,3 mil · 100 votosR$ 13,5
- Paulo Paes PSDR$ 620 · 53 votosR$ 11,7
- Tota CIDADANIAR$ 625 · 68 votosR$ 9,19
- Jorge Viana PTBR$ 1,1 mil · 132 votosR$ 8,44
- Du Venâncio PSDBR$ 806 · 117 votosR$ 6,89
- Denilson Mansano PATRIOTAR$ 630 · 109 votosR$ 5,78
- Bolinha MDBR$ 695 · 129 votosR$ 5,38
- Braz MDBR$ 630 · 166 votosR$ 3,79
- Bruno Miller PSDR$ 628 · 167 votosR$ 3,76
Votos por real
- 2016, vereador: 79 votos por R$ 1.000, 2,6 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 40 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.