Apuração
Vereador · 2016 · PSD

Bruno Miller

Bruno Miller de Moraes · nasceu em 1986

Bruno Miller se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 3.

01

Centro, pelo partido

Pelo partidoPSD−0,03← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PSB2008PSB2012PSB2016PSD← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008, 2012 e 2016.

Passou por 2 partidos: PSB (2004–2012), PSD (2016).

VereadorPartidoPSBPSD2004200620082010201220142016
eleitosuplente ou vicenão eleitonão chegou à urna
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, eleito.

Declarou ao TSE em 2016: 30 anos, superior completo, professor de ensino médio, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    PSD 55111· direita
    eleito167 votos
  2. 2016
    PSD 55111· direita
    candidatura não chegou à urna167 votos
  3. 2012
    PSB 40111· centro-esquerda
    eleito173 votos
  4. 2008
    PSB 40111· centro-esquerda
    eleito233 votos
  5. 2004
    PSB 40111· centro-esquerda· na urna, Bruno Miller de Moraes
    suplente95 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Bruno Miller declarou R$ 52,8 mil em bens, em reais de hoje: 2,2 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2012 e 2016, o total caiu R$ 39,2 mil, já descontada a inflação.

Cada quadrado, R$ 2.500.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 52,8 mil
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 32.500 na declaração)

Declarou 2,2 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2016.

  • Bruno MillerR$ 52,8 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 23,6 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 137,8 mil

Cada quadrado, R$ 5.000.

Cada quadrado é 1% de R$ 52,8 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 4 campanhas com contas prestadas, Bruno Miller declarou ao TSE R$ 5,3 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 2,6 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 100.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2016 · Vereador · Ribeirão do Sul (SP) · PSD · eleito

De onde veio

R$ 628
0% veio de fundos públicos; 2 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 628.
  1. Próprio bolsoR$ 46073,2%
  2. Pessoas2 pessoas, não nomeadasR$ 16826,8%

Para onde foi

R$ 628
O maior gasto foi com material impresso: 54% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 628. Toque numa parte para abrir.
  1. Serviços2 pessoas, não nomeadasR$ 16826,8%
  2. EscritórioR$ 12319,6%

Quanto custou cada voto: vereador, Ribeirão do Sul (SP), 2016

Bruno Miller: R$ 3,76 por voto (mediana da disputa, R$ 8,44). O voto mais caro custou R$ 20,6; o mais barato, R$ 3,76.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Jairo Jorge CIDADANIAR$ 617 · 30 votosR$ 20,6
  • Cida Justino PROSR$ 665 · 34 votosR$ 19,6
  • Cidinho PSDBR$ 868 · 50 votosR$ 17,4
  • Ivão Policial CIDADANIAR$ 1,3 mil · 100 votosR$ 13,5
  • Paulo Paes PSDR$ 620 · 53 votosR$ 11,7
  • Tota CIDADANIAR$ 625 · 68 votosR$ 9,19
  • Jorge Viana PTBR$ 1,1 mil · 132 votosR$ 8,44
  • Du Venâncio PSDBR$ 806 · 117 votosR$ 6,89
  • Denilson Mansano PATRIOTAR$ 630 · 109 votosR$ 5,78
  • Bolinha MDBR$ 695 · 129 votosR$ 5,38
  • Braz MDBR$ 630 · 166 votosR$ 3,79
  • Bruno Miller PSDR$ 628 · 167 votosR$ 3,76

Votos por real

  • 2016, vereador: 167 votos por R$ 1.000, 5,6 vezes a mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 101 votos por R$ 1.000, 3,5 vezes a mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 90 votos por R$ 1.000, 3,5 vezes a mediana da disputa.
  • 2004, vereador: 95 votos por R$ 1.000, 3,1 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.