Ditão
Nilzelito de Almeida Nobre · nasceu em 1964
Ditão se candidatou em 3 eleições, de 2008 a 2016, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012.
Passou por 2 partidos: PSB (2008), PSD (2012–2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 52 anos, ensino médio, vereador, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Ditão declarou R$ 682,1 mil em bens, em reais de hoje: 52 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo na Bahia. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 309 mil acima da inflação.
Declarou 52 vezes a mediana dos candidatos a vereador na Bahia em 2016.
- DitãoR$ 682,1 mil
- Mediana dos candidatosR$ 13 mil
- Mediana dos eleitosR$ 97,5 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Os 10 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- Rua guanabara S/NR$ 145,9 milTerreno
- Veiculo S10R$ 130 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Rua das palmeiras S/NR$ 103,3 milTerreno
- Hilux toyotaR$ 73,1 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Caminhão m. bensR$ 65 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Honda cbr 1000R$ 64,7 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Casa + terrrenoR$ 40,4 milCasa
- Caminhao m. bensR$ 27,3 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Terreno urbanoR$ 16,2 milTerreno
- Terreno urbanoR$ 16,2 milTerreno
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Ditão declarou ao TSE R$ 107 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 58 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Porto Seguro (BA) · PSD · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 23,8 mil85,7%
- PessoasR$ 3.72413,4%
- PartidoR$ 2530,9%
Para onde foi
- PessoalR$ 13,8 mil49,6%
- Material impressoR$ 13,7 mil49,4%
- ServiçosR$ 2530,9%
- EscritórioR$ 190,1%
Quanto custou cada voto: vereador, Porto Seguro (BA), 2016
Ditão: R$ 38 por voto (mediana da disputa, R$ 44,9). Quem venceu, Roberio Moura, gastou R$ 22,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 87,4; o mais barato, R$ 22,6.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Ditão. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Gilvan Florencio PTR$ 47 mil · 534 votosR$ 87,4
- Livia Bittencourt PSBR$ 84 mil · 1.174 votosR$ 71,2
- Cido PSDR$ 77 mil · 1.242 votosR$ 62,4
- Lazaro Axe Moi PPR$ 50 mil · 847 votosR$ 58,9
- Elio Brasil PTR$ 56 mil · 1.107 votosR$ 50,9
- Ariana De Tia Nega PLR$ 31 mil · 644 votosR$ 48,3
- Robson Vinhas PC do BR$ 34 mil · 750 votosR$ 44,9
- Ditão PSDR$ 28 mil · 731 votosR$ 38
- Bene Do Arraial PTBR$ 28 mil · 766 votosR$ 36,5
- Wilson Machado PSCR$ 31 mil · 850 votosR$ 36,2
- Evai Fonseca PHSR$ 45 mil · 1.383 votosR$ 32,6
- Roberio Moura PSDR$ 29 mil · 1.295 votosR$ 22,6
Votos por real
- 2016, vereador: 26 votos por R$ 1.000, 55% da mediana da disputa.
- 2012, vereador: 16 votos por R$ 1.000, 38% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 38 votos por R$ 1.000, 82% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.