Dioni Alves
Dioni Alves da Silva · nasceu em 1977
Dioni Alves se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: prefeito, em 2008.
Passou por 2 partidos: PSDB (2004–2008), SOLIDARIEDADE (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2020, não eleito.
Declarou ao TSE em 2020: 43 anos, ensino médio, empresário, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2008
- 2004Vice-prefeito · Ribamar Fiquene (MA)PSDB 25· centro-direitaNa chapa de Itachapa eleita2.064 votos da chapa, 50,4%
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Dioni Alves declarou R$ 2,8 mi em bens, em reais de hoje: 6,5 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Maranhão. Entre 2008 e 2020, o total subiu R$ 2,6 mi acima da inflação.
Declarou 6,5 vezes a mediana dos candidatos a prefeito no Maranhão em 2020.
- Dioni AlvesR$ 2,8 mi
- Mediana dos candidatosR$ 430,9 mil
- Mediana dos eleitosR$ 525,4 mil
Cada quadrado, R$ 100 mil.
Os 10 itens declarados em 2020, do maior ao menor
- Imovel residencialR$ 1,1 miCasa
- Und 1704, Edificio Exclusive JD 3 Poderes - Imperatriz-MAR$ 545,9 milApartamento
- Area Terra Gleba VDS-1 POVR$ 502,8 milTerreno rural
- Pá carregadeira SDLG 936R$ 201,1 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Veiculo Hillux Diesel 4x4 Gab. DuplaR$ 172,4 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Conta bancariaR$ 77,6 milConta corrente no país
- Terreno 10 x 25 Av. João BouresR$ 57,5 milTerreno
- Carta de credito Consorcio BradescoR$ 46 milOutras aplicações
- Aplicação no Banco BradescoR$ 21,5 milRenda fixa (CDB, RDB e outros)
- Dinheiro em especieR$ 11,5 milDinheiro em espécie
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Dioni Alves declarou ao TSE R$ 605 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para prefeito: R$ 503 mil.
Campanha a campanha
2020 · Prefeito · Ribamar Fiquene (MA) · SOLIDARIEDADE · não eleito
De onde veio
- Fundo eleitoralTudo de Solidariedade Maranhao Ma EstadualR$ 70,8 mil69,4%
- Pessoas4 pessoas, não nomeadasR$ 15,6 mil15,3%
- Próprio bolsoR$ 15,6 mil15,3%
Para onde foi
- Serviços12 pessoas, não nomeadasR$ 50,4 mil51,6%
- OutrosR$ 2.4062,5%
- Rádio, TV e vídeoR$ 1.4151,4%
- EscritórioR$ 790,1%
Quanto custou cada voto: prefeito, Ribamar Fiquene (MA), 2020
Dioni Alves: R$ 39 por voto (mediana da disputa, R$ 41,1). Quem venceu, Cociflan, gastou R$ 41,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 615; o mais barato, R$ 39.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Dioni Alves. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Fabíola Fiquene MDBR$ 130 mil · 212 votosR$ 615
- André Lucena PATRIOTAR$ 35 mil · 112 votosR$ 316
- Cociflan PDTR$ 106 mil · 2.583 votosR$ 41,1
- Dioni Alves SOLIDARIEDADER$ 98 mil · 2.503 votosR$ 39
Votos por real
- 2020, prefeito: 26 votos por R$ 1.000, 1,9 vez a mediana da disputa.
- 2008, prefeito: 5,4 votos por R$ 1.000, 21% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.