Dione do Moto Taxi
Weslei Dione de Souza Silva · nasceu em 1977
Dione do Moto Taxi se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2008, e foi eleito em nenhuma.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PSDB (2004), PSB (2008).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, não eleito.
Declarou ao TSE em 2008: 31 anos, ensino médio, comerciante. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2008
- 2004Vereador · Santa Helena de Goiás (GO)PSDB 45633· centro-direita· na urna, Dione do Moto- Taxisuplente603 votos
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Dione do Moto Taxi declarou R$ 651,3 mil em bens, em reais de hoje: 9,7 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Goiás.
Declarou 9,7 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Goiás em 2008.
- Dione do Moto TaxiR$ 651,3 mil
- Mediana dos candidatosR$ 67,4 mil
- Mediana dos eleitosR$ 129,4 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Os 5 itens declarados em 2008, do maior ao menor
- Chacara denominada fazenda bauzinhoR$ 485,4 milBens rurais e animais
- Um terreno p/ construção em rio verdeR$ 67,4 milImóveis
- Disponibilidade em dinheiro especieR$ 63,5 milDinheiro e aplicações
- Um terreno p/ construção com 450 M2 em santa helena de goiasR$ 27 milImóveis
- 100% Capital social da empresa weslei dione de souza silva…R$ 8.089Empresas e participações
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Dione do Moto Taxi declarou ao TSE R$ 22 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 15 mil.
Campanha a campanha
2008 · Vereador · Santa Helena de Goiás (GO) · PSB · não eleito
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 8.48757%
- PessoasR$ 6.17441,4%
- Outros candidatosR$ 2381,6%
Para onde foi
- OutrosR$ 7.90659,6%
- Material impressoR$ 4.49033,9%
- Rádio, TV e vídeoR$ 6695%
- EscritórioR$ 1951,5%
Quanto custou cada voto: vereador, Santa Helena de Goiás (GO), 2008
Dione Do Moto Taxi: R$ 32,1 por voto (mediana da disputa, R$ 32,1). Quem venceu, Rones Ferreira, gastou R$ 7,49 por voto. O voto mais caro custou R$ 91,4; o mais barato, R$ 7,49.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Dione Do Moto Taxi. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Helio Da Agrisa PSDBR$ 56 mil · 617 votosR$ 91,4
- Alcides Inacio PTBR$ 50 mil · 676 votosR$ 73,7
- Zezão Do Quitito PPR$ 27 mil · 441 votosR$ 61,2
- Agenor Procopio PPR$ 39 mil · 902 votosR$ 42,7
- Xande Mascarenhas PPR$ 11 mil · 329 votosR$ 33,2
- Toninho Da Claudia PODER$ 14 mil · 436 votosR$ 32,8
- Dione Do Moto Taxi PSBR$ 13 mil · 413 votosR$ 32,1
- Pedrote MDBR$ 14 mil · 689 votosR$ 20,6
- Madalena PLR$ 12 mil · 772 votosR$ 15
- Cidinha Do Sindicato PPR$ 7,6 mil · 603 votosR$ 12,6
- Maciel MDBR$ 7,9 mil · 1.045 votosR$ 7,56
- Rones Ferreira MDBR$ 8,7 mil · 1.161 votosR$ 7,49
Votos por real
- 2008, vereador: 31 votos por R$ 1.000, 49% da mediana da disputa.
- 2004, vereador: 97 votos por R$ 1.000, 86% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.