Diogo Ramalho
Diogo de Souza Ramalho · nasceu em 1963
Diogo Ramalho se candidatou em 3 eleições, de 2002 a 2008, e foi eleito em 1.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.
Passou por 2 partidos: PL (2002–2004), PTB (2008).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, suplente.
Declarou ao TSE em 2008: 45 anos, ensino médio, vereador. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2008
- 2004
- 2002
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2002, Diogo Ramalho teve 1.503 votos para deputado estadual, 0,6% dos votos válidos do estado: 58º lugar entre 253 candidatos.
Recebeu votos em 13 cidades. Santana deu 79,4% deles.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Diogo Ramalho declarou R$ 323,6 mil em bens, em reais de hoje: 30 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Amapá.
Declarou 30 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Amapá em 2008.
- Diogo RamalhoR$ 323,6 mil
- Mediana dos candidatosR$ 10,8 mil
- Mediana dos eleitosR$ 40,4 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Diogo Ramalho declarou ao TSE R$ 14 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para vereador: R$ 9,6 mil.
Campanha a campanha
2008 · Vereador · Santana (AP) · PTB · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 2.67776,8%
- Próprio bolsoR$ 80923,2%
Para onde foi
- Material impressoR$ 3.48199,8%
- EscritórioR$ 50,2%
Quanto custou cada voto: vereador, Santana (AP), 2008
Mediana da disputa: R$ 46,4 por voto. Quem venceu, Zé Luiz, gastou R$ 23 por voto. O voto mais caro custou R$ 179; o mais barato, R$ 23.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Dr Henrique PTBR$ 80 mil · 449 votosR$ 179
- Dr Fábio MDBR$ 154 mil · 1.494 votosR$ 103
- Professora Marcivânia PTR$ 109 mil · 1.207 votosR$ 90,3
- Roseli Matos Ou Roseli DEMR$ 145 mil · 1.850 votosR$ 78,3
- Professor Anunciação PSDBR$ 35 mil · 554 votosR$ 62,6
- Richard PTR$ 55 mil · 996 votosR$ 54,9
- Rato PSDBR$ 56 mil · 1.216 votosR$ 46,4
- Róbson Rocha PTBR$ 64 mil · 1.530 votosR$ 42,1
- Bianor PSBR$ 28 mil · 785 votosR$ 36
- Ney Monte PC do BR$ 28 mil · 1.201 votosR$ 23,4
- Professor Jailson PDTR$ 31 mil · 1.357 votosR$ 23,1
- Zé Luiz PTR$ 37 mil · 1.624 votosR$ 23
Votos por real
- 2008, vereador: 180 votos por R$ 1.000, 5,1 vezes a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 155 votos por R$ 1.000, 2,6 vezes a mediana da disputa.
- 2002, deputado estadual: 1.503 votos por R$ 1.000, 27 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.