Ney Monte
Rubernei Montes do Carmo · nasceu em 1971
Ney Monte se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2012, e foi eleito em 1.
Esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.
Sempre pelo PC do B.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, suplente.
Declarou ao TSE em 2012: 40 anos, ensino médio, professor de ensino fundamental. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2010Deputado estadual · AmapáPC do B 65125· esquerdasuplente1.435 votos; 68º mais votado de 247 no estado
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2010, Ney Monte teve 1.435 votos para deputado estadual, 0,4% dos votos válidos do estado: 68º lugar entre 247 candidatos.
Recebeu votos em 10 cidades. Santana deu 72,3% deles.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Ney Monte declarou R$ 76,7 mil em bens, em reais de hoje: 23 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Amapá. Entre 2008 e 2012, o total caiu R$ 4.198, já descontada a inflação.
Declarou 23 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Amapá em 2012.
- Ney MonteR$ 76,7 mil
- Mediana dos candidatosR$ 3.287
- Mediana dos eleitosR$ 67,9 mil
Cada quadrado, R$ 2.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Ney Monte declarou ao TSE R$ 130 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2010, para deputado estadual: R$ 66 mil.
Campanha a campanha
2012 · Vereador · Santana (AP) · PC do B · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 21,1 mil88,2%
- Outros candidatosR$ 1.7337,3%
- Próprio bolsoR$ 1.0834,5%
Para onde foi
- Material impressoR$ 11 mil46,2%
- TransporteR$ 6.06525,4%
- ServiçosR$ 2.81611,8%
- Rádio, TV e vídeoR$ 2.63611%
- OutrosR$ 1.2915,4%
- EscritórioR$ 480,2%
Quanto custou cada voto: vereador, Santana (AP), 2012
Mediana da disputa: R$ 66,8 por voto. Quem venceu, Jailson Matos, gastou R$ 37,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 13.719; o mais barato, R$ 37,2.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Genival Oliveira PLR$ 41 mil · 3 votosR$ 13.719
- Morena MDBR$ 101 mil · 376 votosR$ 269
- Biraga PDTR$ 131 mil · 667 votosR$ 197
- Fascio PHSR$ 49 mil · 625 votosR$ 77,6
- Richard Madureira PTR$ 134 mil · 1.787 votosR$ 74,9
- Rato PSDBR$ 80 mil · 1.202 votosR$ 66,8
- Venicio PSBR$ 47 mil · 768 votosR$ 61,3
- Zé Roberto PTR$ 105 mil · 1.983 votosR$ 52,8
- Adelson De Rocha PSDR$ 49 mil · 1.073 votosR$ 45,4
- Dr. Fábio MDBR$ 65 mil · 1.463 votosR$ 44,4
- Jailson Matos DEMR$ 58 mil · 1.547 votosR$ 37,2
Votos por real
- 2012, vereador: 28 votos por R$ 1.000, 74% da mediana da disputa.
- 2010, deputado estadual: 22 votos por R$ 1.000, 67% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 43 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 59 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.