Dino
Veraldino Apolinário dos Santos · nasceu em 1955
Dino se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2010, e foi eleito em 1.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: prefeito, em 2004.
Passou por 2 partidos: PSDB (2004), PSB (2010).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado federal, 2010, suplente.
Declarou ao TSE em 2010: 55 anos, superior completo, servidor público estadual. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2010Deputado federal · AlagoasPSB 4000· centro-esquerdasuplente1.203 votos; 37º mais votado de 64 no estado
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2010, Dino teve 1.203 votos para deputado federal, 0,1% dos votos válidos do estado: 37º lugar entre 64 candidatos.
Recebeu votos em 93 cidades. Maceió deu 40,0% deles; as 15 cidades que mais votaram, 72,9%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2010, Dino declarou R$ 556 mil em bens, em reais de hoje: 18 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Alagoas.
Declarou 18 vezes a mediana dos candidatos a deputado federal em Alagoas em 2010.
- DinoR$ 556 mil
- Mediana dos candidatosR$ 30,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 1,6 mi
Cada quadrado, R$ 50 mil.
Os 12 itens declarados em 2010, do maior ao menor
- Uma porção de terra denominada sítio riacho no riachoR$ 123,6 milTerreno rural
- Sítio de coqueiro denominado olho dagua ou funilR$ 74,2 milTerreno rural
- Gleba, correspondente ao lote 01, componente do sítio de…R$ 61,8 milTerreno rural
- Casa residencialR$ 61,8 milCasa
- Sítio de coqueiro manjoloR$ 44,6 milTerreno rural
- Sítio de coqueiros palhanoR$ 42,9 milTerreno rural
- Lote, n. 1-Q.35, loteamento marilú-maceió-al, adquirido em…R$ 41,2 milTerreno
- Casa, situada na rua hidenburgo coelho, 1599, maceió-al…R$ 34,3 milCasa
- Sítio de coqueiro manguáR$ 27,1 milTerreno rural
- Sítio de coqueiro denominado toqueR$ 24,7 milTerreno rural
- Sítio de coqueiro palhanoR$ 12,4 milTerreno rural
- Sítio de coqueiroR$ 7.418Terreno rural
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2004, Dino declarou ao TSE R$ 36 mil em receitas, em reais de hoje.
2004 · Prefeito · São Miguel dos Milagres (AL) · PSDB · eleito
De onde veio
Para onde foi
- TransporteTudo de L P SantosR$ 6.67918,3%
- EventosTudo de Valdenir Martiliano Da SilvaR$ 4.88713,4%
- OutrosR$ 6521,8%
Quanto custou cada voto: prefeito, São Miguel dos Milagres (AL), 2004
Dino: R$ 16,4 por voto (mediana da disputa, R$ 16,4).
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Votos por real
- 2004, prefeito: 61 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.