Apuração
Vereador · 2012 · REPUBLICANOS

Diniz Campello

Joseilton Diniz Campelo · nasceu em 1978

Diniz Campello disputou uma eleição, em 2012, para vereador (Rio Sono (TO)), pelo REPUBLICANOS: suplente.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoREPUBLICANOS+0,41← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

VereadorPartidoREPUBLICANOS2012
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, suplente.

Declarou ao TSE em 2012: 34 anos, ensino médio, jornalista e redator. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2012
    Vereador · Rio Sono (TO)
    REPUBLICANOS 10123· direita
    suplente98 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2012, Diniz Campello declarou R$ 201,6 mil em bens, em reais de hoje: 3,3 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Tocantins.

R$ 201,6 mil
em bens declarados em 2012, em reais de setembro de 2026 (R$ 92.000 na declaração)

Declarou 3,3 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Tocantins em 2012.

  • Diniz CampelloR$ 201,6 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 61,4 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 120,5 mil

Cada quadrado, R$ 10 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 201,6 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2012, Diniz Campello declarou ao TSE R$ 15 mil em receitas, em reais de hoje.

2012 · Vereador · Rio Sono (TO) · REPUBLICANOS · suplente

De onde veio

R$ 15 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 15 mil.
  1. Próprio bolsoR$ 11,9 mil79,6%
  2. Outros candidatosR$ 2.46516,5%
  3. PartidoR$ 5944%

Para onde foi

R$ 15 mil
O maior gasto foi com pessoal: 58% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 15 mil.
  1. PessoalR$ 8.66457,9%
  2. TransporteR$ 5.71438,2%
  3. Material impressoR$ 5944%

Quanto custou cada voto: vereador, Rio Sono (TO), 2012

Diniz Campello: R$ 153 por voto (mediana da disputa, R$ 142). Quem venceu, Antônio Selé, gastou R$ 69,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 1.229; o mais barato, R$ 69,4.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Diniz Campello. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Fernando Pastor PSDBR$ 22 mil · 18 votosR$ 1.229
  • Marcos Do Brejo Fundo REPUBLICANOSR$ 15 mil · 21 votosR$ 703
  • Leonardo Da Serraria PSDBR$ 13 mil · 29 votosR$ 442
  • Raimundo Da Dona Luiza REPUBLICANOSR$ 13 mil · 55 votosR$ 242
  • Irmão Roberto DEMR$ 12 mil · 65 votosR$ 189
  • Diniz Campello REPUBLICANOSR$ 15 mil · 98 votosR$ 153
  • Lázaro De Brejo Fundo PSDR$ 12 mil · 87 votosR$ 142
  • Natal Maciel PTR$ 24 mil · 205 votosR$ 118
  • Antonio Raimundo PSDBR$ 15 mil · 144 votosR$ 105
  • Zezinho De Saló MDBR$ 15 mil · 148 votosR$ 103
  • Professora Quesiane PSBR$ 17 mil · 173 votosR$ 100
  • Antônio Selé MDBR$ 15 mil · 219 votosR$ 69,4

Votos por real

  • 2012, vereador: 6,6 votos por R$ 1.000, 69% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.