Diniz
Jose Diniz da Cunha · nasceu em 1967
Diniz se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 2.
Esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004 e 2012.
Sempre pelo PT.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 52 anos, ensino médio, servidor público municipal, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016Vice-prefeito · Prados (MG)PT 15· centro-esquerdaNa chapa de Marcos da Fintachapa não eleita2.247 votos da chapa, 40,6%
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Diniz declarou R$ 387,4 mil em bens, em reais de hoje: 18 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2008 e 2020, o total subiu R$ 123,2 mil acima da inflação.
Declarou 18 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2020.
- DinizR$ 387,4 mil
- Mediana dos candidatosR$ 21,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 96,2 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Os 5 itens declarados em 2020, do maior ao menor
- Casa residencialR$ 287,3 milCasa
- Sala comercialR$ 63,2 milSala ou conjunto
- Veiculo Chevrolet PrismaR$ 27,3 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Caderneta de poupança no Banco Caixa economica federalR$ 6.751Caderneta de poupança
- Veiculo Fusca 1974R$ 2.873Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Diniz declarou ao TSE R$ 19 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 8 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Prados (MG) · PT · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 5.23696,4%
- PessoasR$ 1983,6%
Para onde foi
- OutrosR$ 69936,9%
- PessoalR$ 56629,9%
- Rádio, TV e vídeoR$ 26914,2%
- TransporteR$ 24913,1%
- EscritórioR$ 1136%
Quanto custou cada voto: vereador, Prados (MG), 2020
Diniz: R$ 18,4 por voto (mediana da disputa, R$ 10,7). Quem venceu, Janaina Enfermeira, gastou R$ 5,30 por voto. O voto mais caro custou R$ 44,8; o mais barato, R$ 5,30.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Diniz. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Albinha PODER$ 1,3 mil · 30 votosR$ 44,8
- Vicentina - Madrinha PSDBR$ 2,8 mil · 150 votosR$ 19
- Diniz PTR$ 1,9 mil · 103 votosR$ 18,4
- Marcos Da Finta MDBR$ 3,6 mil · 204 votosR$ 17,8
- Vagner Do Catira PSDBR$ 1,6 mil · 112 votosR$ 14,5
- Aecio Mecanico PODER$ 1,3 mil · 109 votosR$ 11,7
- Deja PTR$ 849 · 79 votosR$ 10,7
- Delfim Do Baial PSDBR$ 3,8 mil · 387 votosR$ 9,87
- Lenisa PTR$ 1,1 mil · 128 votosR$ 8,80
- Piquita PSDBR$ 849 · 100 votosR$ 8,49
- Cesar Cabeção MDBR$ 1,7 mil · 238 votosR$ 7,14
- Janaina Enfermeira PTR$ 1,1 mil · 206 votosR$ 5,30
Votos por real
- 2020, vereador: 54 votos por R$ 1.000, 58% da mediana da disputa.
- 2012, vereador: 86 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 29 votos por R$ 1.000, 80% da mediana da disputa.
- 2004, vereador: 227 votos por R$ 1.000, 2 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.