Dinho
Luiz Antonio Pilatti · nasceu em 1960
Dinho se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2012, e foi eleito em 2.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004 e 2008.
Sempre pelo PT.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, suplente.
Declarou ao TSE em 2012: 52 anos, até o fundamental, agricultor. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Dinho declarou R$ 876,5 mil em bens, em reais de hoje: 9,8 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul. Entre 2008 e 2012, o total subiu R$ 155,2 mil acima da inflação.
Declarou 9,8 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2012.
- DinhoR$ 876,5 mil
- Mediana dos candidatosR$ 89,8 mil
- Mediana dos eleitosR$ 221,8 mil
Cada quadrado, R$ 25 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Dinho declarou ao TSE R$ 12 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 4,8 mil.
Campanha a campanha
2012 · Vereador · Pontão (RS) · PT · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 2.92478,9%
- Próprio bolsoR$ 78021,1%
Para onde foi
- TransporteR$ 2.47466,8%
- EscritórioR$ 1.17031,6%
- Material impressoR$ 611,6%
Quanto custou cada voto: vereador, Pontão (RS), 2012
Mediana da disputa: R$ 67,2 por voto. Quem venceu, Joao Do Moacirao, gastou R$ 27,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 193; o mais barato, R$ 27,7.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Jose Bigode PTR$ 4,4 mil · 23 votosR$ 193
- Odete PPR$ 4,1 mil · 31 votosR$ 133
- Rodolfao CIDADANIAR$ 6 mil · 62 votosR$ 97
- Beto CIDADANIAR$ 14 mil · 178 votosR$ 81,2
- Café MDBR$ 4,3 mil · 56 votosR$ 76,4
- Cirlei PSBR$ 4,9 mil · 71 votosR$ 69,4
- Paulo Schnell PSBR$ 4,6 mil · 69 votosR$ 67,2
- Nelson PDTR$ 5,8 mil · 88 votosR$ 66
- Vande PTR$ 7,9 mil · 126 votosR$ 63,1
- Anzolin PDTR$ 6 mil · 123 votosR$ 48,4
- Velton PTR$ 5,2 mil · 184 votosR$ 28,1
- Joao Do Moacirao CIDADANIAR$ 3,9 mil · 141 votosR$ 27,7
Votos por real
- 2012, vereador: 7,6 votos por R$ 1.000, 37% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 27 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 41 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.