Nerson
Nerson de Campos Batista · nasceu em 1954
Nerson se candidatou em 3 eleições, de 2008 a 2020, e foi eleito em nenhuma. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo PDT.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, candidatura não chegou à urna.
Declarou ao TSE em 2020: 66 anos, até o fundamental, aposentado (exceto servidor público), cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Nerson declarou R$ 267,3 mil em bens, em reais de hoje: 3 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul. Entre 2008 e 2012, o total subiu R$ 168,9 mil acima da inflação.
Declarou 3 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2012.
- NersonR$ 267,3 mil
- Mediana dos candidatosR$ 89,8 mil
- Mediana dos eleitosR$ 221,8 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Nerson declarou ao TSE R$ 12 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 5,8 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Pontão (RS) · PDT · candidatura não chegou à urna
De onde veio
Para onde foi
Nada declarado em 2020.
Quanto custou cada voto: vereador, Pontão (RS), 2020
Mediana da disputa: R$ 31,8 por voto. Quem venceu, Mauro, gastou R$ 20,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 224; o mais barato, R$ 20,5.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Ademir PTR$ 2,9 mil · 13 votosR$ 224
- Negão Da Gaita PTBR$ 6,1 mil · 51 votosR$ 119
- Zeca Borracheiro PTR$ 2,9 mil · 37 votosR$ 78,8
- Marcio PTR$ 2,9 mil · 55 votosR$ 51,8
- Daniela PTR$ 6,6 mil · 159 votosR$ 41,2
- Professora Cidiane PTR$ 3,2 mil · 81 votosR$ 39,1
- Valdir PC do BR$ 5,7 mil · 178 votosR$ 31,8
- Alexandre PC do BR$ 3,1 mil · 104 votosR$ 29,9
- Agricultora Suzete PTR$ 3,3 mil · 119 votosR$ 28,1
- Gondi PTR$ 4,3 mil · 164 votosR$ 26
- Banaletti PTBR$ 6,8 mil · 268 votosR$ 25,4
- Mauro PTR$ 2,7 mil · 130 votosR$ 20,5
Votos por real
- 2012, vereador: 15 votos por R$ 1.000, 73% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 16 votos por R$ 1.000, 74% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.