Apuração
Prefeito · 2016 · PSDB

Dinaldinho

Dinaldo Medeiros Wanderley Filho · nasceu em 1977

Dinaldinho se candidatou em 3 eleições, de 2012 a 2016, e foi eleito em 2.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPSDB+0,45← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2012DEM2014PSDB2016PSDB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: deputado estadual, em 2014.

Passou por 2 partidos: DEM (2012), PSDB (2014–2016).

Dep. estadualPrefeitoPartidoDEMPSDB201220142016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2016, eleito.

Declarou ao TSE em 2016: 39 anos, superior completo, médico, cor parda. A cor declarada mudou: branca em 2014, parda em 2016. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    Prefeito · Patos (PB)
    PSDB 45· centro-direita
    eleito26.840 votos, 51,9%
  2. 2014
    Deputado estadual · Paraíba
    PSDB 45245· centro-direita
    eleito38.963 votos; 9º mais votado de 333 no estado
  3. 2012
    Prefeito · Patos (PB)
    DEM 25· direita
    não eleito23.389 votos, 44,3%

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2014, Dinaldinho teve 38.963 votos para deputado estadual, 1,9% dos votos válidos do estado: 9º lugar entre 333 candidatos.

Recebeu votos em 161 cidades. Patos deu 38,6% deles; as 15 cidades que mais votaram, 78,4%.

38.963 votos
votos para deputado estadual em 2014
Cada quadrado é 1% de 38.963 votos.
  1. Patos (PB)15.050 votos38,6%
  2. Tavares (PB)1.700 votos4,4%
  3. São Mamede (PB)1.648 votos4,2%
  4. Coremas (PB)1.590 votos4,1%
  5. Condado (PB)1.533 votos3,9%
  6. Outras 146 cidades8.406 votos21,6%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Dinaldinho declarou R$ 1,2 mi em bens, em reais de hoje: 5,2 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo na Paraíba. Entre 2012 e 2016, o total subiu R$ 570,2 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 50 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 1,2 mi
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 739.256 na declaração)

Declarou 5,2 vezes a mediana dos candidatos a prefeito na Paraíba em 2016.

  • DinaldinhoR$ 1,2 mi
  • Mediana dos candidatosR$ 230,6 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 260 mil

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 1,2 mi. Toque numa parte para abrir.
Os 8 itens declarados em 2016, do maior ao menor
  1. Um apartamento de n. 401R$ 493,3 mil
    Apartamento
  2. Dinheiro em cofreR$ 324,9 mil
    Dinheiro em espécie
  3. Uma pajero dakar 2012/2013R$ 163,8 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  4. Um terreno para construção na cidade de catolé do rocha…R$ 122,7 mil
    Terreno
  5. Dois terrenos p/ construção no loteamento luar de angelitaR$ 84,9 mil
    Terreno
  6. Dois terrenos p/ construção no desmembramento severina…R$ 8.123
    Terreno
  7. Conta capital social no unicred alto sertão paraibanoR$ 3.024
    Outras aplicações
  8. Saldo em conta corrente no banco unicredR$ 299
    Conta corrente no país

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Dinaldinho declarou ao TSE R$ 1,2 milhão em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para prefeito: R$ 494 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 20 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2016 · Prefeito · Patos (PB) · PSDB · eleito

De onde veio

R$ 248,9 mil
78% veio de fundos públicos; 7 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 248,9 mil.
  1. Fundo partidárioTudo de Partido Da Social Democracia BrasileiraR$ 194,3 mil78,1%
  2. Pessoas7 pessoas, não nomeadasR$ 47 mil18,9%
  3. Próprio bolsoR$ 7.6073,1%

Para onde foi

R$ 248,7 mil
O maior gasto foi com rádio, TV e vídeo: 43% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 248,7 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Rádio, TV e vídeoTudo de Mr3 Comunicacao & Servicos Ltda - MeR$ 106,9 mil43%
  2. EventosR$ 10,5 mil4,2%
  3. EscritórioR$ 7.7533,1%
  4. OutrosR$ 3.2381,3%

Quanto custou cada voto: prefeito, Patos (PB), 2016

Dinaldinho: R$ 9,27 por voto (mediana da disputa, R$ 16,4). O voto mais caro custou R$ 55,5; o mais barato, R$ 2,76.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2016, prefeito: 108 votos por R$ 1.000, 1,8 vez a mediana da disputa.
  • 2014, deputado estadual: 92 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
  • 2012, prefeito: 47 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.