Dimon Rosalino
nasceu em 1952
Dimon Rosalino disputou uma eleição, em 2016, para vereador (Mata (RS)), pelo PP: suplente.
Direita, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 64 anos, superior completo, servidor público civil aposentado, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Dimon Rosalino declarou R$ 406,2 mil em bens, em reais de hoje: 5,6 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul.
Declarou 5,6 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2016.
- Dimon RosalinoR$ 406,2 mil
- Mediana dos candidatosR$ 73,1 mil
- Mediana dos eleitosR$ 209,9 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2016, Dimon Rosalino declarou ao TSE R$ 5 mil em receitas, em reais de hoje, 16% de dinheiro público.
2016 · Vereador · Mata (RS) · PP · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 3.99980,5%
- Fundo partidárioR$ 81016,3%
- PessoasR$ 1623,3%
Para onde foi
- TransporteR$ 3.07661,9%
- Material impressoR$ 89117,9%
- ServiçosR$ 88617,8%
- EscritórioR$ 861,7%
- OutrosR$ 320,7%
Quanto custou cada voto: vereador, Mata (RS), 2016
Dimon Rosalino: R$ 47,3 por voto (mediana da disputa, R$ 39,9). Quem venceu, Clênio, gastou R$ 19 por voto. O voto mais caro custou R$ 117; o mais barato, R$ 19.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Dimon Rosalino. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Arinei Moura PPR$ 7,9 mil · 68 votosR$ 117
- Jé Saurin PPR$ 6 mil · 83 votosR$ 71,9
- Enfermeira Vanuza PPR$ 5,2 mil · 103 votosR$ 50,1
- Guima PPR$ 5,5 mil · 116 votosR$ 47,6
- Dimon Rosalino PPR$ 5 mil · 105 votosR$ 47,3
- Ernesto Pozzer MDBR$ 5 mil · 110 votosR$ 45,5
- Loivo PPR$ 9 mil · 227 votosR$ 39,9
- Xiquita PPR$ 5,1 mil · 152 votosR$ 33,7
- Spolaor PPR$ 4,9 mil · 149 votosR$ 32,8
- Algeu Klimick PPR$ 8,4 mil · 344 votosR$ 24,5
- Ronaldo Kuhn PPR$ 5,4 mil · 252 votosR$ 21,6
- Clênio PPR$ 5 mil · 261 votosR$ 19
Votos por real
- 2016, vereador: 21 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.