Dimazinho
Edmar de Morais Junior · nasceu em 1987
Dimazinho se candidatou em 2 eleições, de 2020 a 2024, e foi eleito em 1.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2020.
Passou por 2 partidos: REPUBLICANOS (2020), PODE (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, suplente.
Declarou ao TSE em 2024: 37 anos, superior completo, cor preta. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Dimazinho declarou R$ 24,3 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2020 e 2024, o total subiu R$ 7.065 acima da inflação.
Declarou perto da mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2024.
- DimazinhoR$ 24,3 mil
- Mediana dos candidatosR$ 26,6 mil
- Mediana dos eleitosR$ 104,9 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Dimazinho declarou ao TSE R$ 1,8 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2020, para vereador: R$ 1,3 mil.
Campanha a campanha
2024 · Vereador · Guidoval (MG) · PODE · suplente
De onde veio
Para onde foi
- Material impressoR$ 27350%
- PessoalR$ 27350%
Quanto custou cada voto: vereador, Guidoval (MG), 2024
Dimazinho: R$ 3,22 por voto (mediana da disputa, R$ 5,82). Quem venceu, Fernandinho, gastou R$ 2,50 por voto. O voto mais caro custou R$ 116; o mais barato, R$ 2,50.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Dimazinho. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Luiz Gomes PODER$ 5,5 mil · 47 votosR$ 116
- Ivan Cruz PDTR$ 1,7 mil · 53 votosR$ 31,4
- Rafael Vieira MOBILIZAR$ 886 · 46 votosR$ 19,3
- Denilson Do Kardec PDTR$ 1,6 mil · 153 votosR$ 10,7
- Douglas Melo PODER$ 2 mil · 190 votosR$ 10,3
- Evaldo Sanfoneiro PDTR$ 973 · 123 votosR$ 7,91
- Zé Occhi PSDR$ 809 · 139 votosR$ 5,82
- Bola MDBR$ 1,3 mil · 297 votosR$ 4,42
- Michel Pinheiro PODER$ 1,1 mil · 265 votosR$ 4,13
- Rodrigo Do Silvestre PSDR$ 837 · 256 votosR$ 3,27
- Dimazinho PODER$ 547 · 170 votosR$ 3,22
- Fernandinho MOBILIZAR$ 908 · 363 votosR$ 2,50
Votos por real
- 2024, vereador: 170 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.