Diel da Batata
Jadiel Tenório de Melo · nasceu em 1976
Diel da Batata se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 3.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008, 2012 e 2016.
Passou por 4 partidos: DEM (2004), PSB (2008–2012), MOBILIZA (2016), PL (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 44 anos, ensino médio, agricultor, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Diel da Batata declarou R$ 204 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2020, o total subiu R$ 200,2 mil acima da inflação.
Mais da metade (60%) dos candidatos a vereador em Pernambuco não declarou nenhum bem em 2020.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Diel da Batata declarou ao TSE R$ 16 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 8,7 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Correntes (PE) · PL · suplente
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Correntes (PE), 2020
Diel Da Batata: R$ 11,2 por voto (mediana da disputa, R$ 11,2). Quem venceu, Jacqueline Cardoso, gastou R$ 3,79 por voto. O voto mais caro custou R$ 236; o mais barato, R$ 3,79.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Diel Da Batata. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Sandro Da Saúde PLR$ 3,5 mil · 15 votosR$ 236
- Marcelo Barbosa PLR$ 3,5 mil · 91 votosR$ 38,9
- Bacalhau PLR$ 3,5 mil · 96 votosR$ 36,9
- Babi PLR$ 3,5 mil · 96 votosR$ 36,9
- Nildo Peba PLR$ 3,5 mil · 260 votosR$ 13,6
- Clayton De Briguinha PLR$ 3,5 mil · 264 votosR$ 13,4
- Diel Da Batata PLR$ 3,5 mil · 317 votosR$ 11,2
- Clóvis Monteiro PLR$ 3,5 mil · 375 votosR$ 9,43
- Erlan De Tita PLR$ 3,5 mil · 508 votosR$ 6,96
- Dr. Anderson PSBR$ 3,6 mil · 596 votosR$ 5,98
- Professora Lecia Chaves PLR$ 3,5 mil · 773 votosR$ 4,58
- Jacqueline Cardoso PLR$ 3,5 mil · 934 votosR$ 3,79
Votos por real
- 2020, vereador: 90 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2016, vereador: 57 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 190 votos por R$ 1.000, 4,2 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 526 votos por R$ 1.000, 4,5 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.