Apuração
Vereador · 2008 · AGIR

Diego Guarnieri

Diego Francisco Guarnieri · nasceu em 1988

Diego Guarnieri disputou uma eleição, em 2008, para vereador (Campo do Tenente (PR)), pelo AGIR: suplente.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoAGIR+0,37← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

VereadorPartidoAGIR2008
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, suplente.

Declarou ao TSE em 2008: 20 anos, ensino médio, modelo. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2008
    AGIR 36000· centro-direita
    suplente111 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2008, Diego Guarnieri declarou R$ 439,5 mil em bens, em reais de hoje: 6,5 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Paraná.

R$ 439,5 mil
em bens declarados em 2008, em reais de setembro de 2026 (R$ 163.000 na declaração)

Declarou 6,5 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Paraná em 2008.

  • Diego GuarnieriR$ 439,5 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 67,4 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 149,3 mil

Cada quadrado, R$ 20 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 439,5 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2008, Diego Guarnieri declarou ao TSE R$ 10 mil em receitas, em reais de hoje.

2008 · Vereador · Campo do Tenente (PR) · AGIR · suplente

De onde veio

R$ 9.955
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 2 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 9.955.
  1. PessoasR$ 6.21262,4%
  2. EmpresasR$ 1.87418,8%
  3. PartidoR$ 1.46714,7%
  4. Outros candidatosR$ 4024%

Para onde foi

R$ 9.955
O maior gasto foi com material impresso: 52% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 9.955.
  1. Material impressoR$ 5.16751,9%
  2. OutrosR$ 3.74337,6%
  3. TransporteR$ 1.04410,5%

Quanto custou cada voto: vereador, Campo do Tenente (PR), 2008

Diego Guarnieri: R$ 89,7 por voto (mediana da disputa, R$ 51,1). Quem venceu, Celso Piquinez, gastou R$ 16,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 89,7; o mais barato, R$ 16,7.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Diego Guarnieri. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Diego Guarnieri AGIRR$ 10 mil · 111 votosR$ 89,7
  • Alda PSCR$ 11 mil · 151 votosR$ 73,7
  • Murilo Krainski CIDADANIAR$ 5,1 mil · 76 votosR$ 66,9
  • Gauchinho CIDADANIAR$ 4 mil · 60 votosR$ 66,8
  • Vicente Mazur PSDBR$ 6,2 mil · 105 votosR$ 58,8
  • Anita Bonamigo MDBR$ 3,7 mil · 73 votosR$ 51,3
  • Clinton PSDBR$ 7,5 mil · 147 votosR$ 51,1
  • Guilherme Casagrande CIDADANIAR$ 4,7 mil · 122 votosR$ 38,9
  • Marcelo Filla PSCR$ 5,6 mil · 159 votosR$ 35,3
  • Fuscão Quege CIDADANIAR$ 8,9 mil · 276 votosR$ 32,1
  • Nízio MDBR$ 3,7 mil · 183 votosR$ 20,5
  • Celso Piquinez PTBR$ 4,3 mil · 259 votosR$ 16,7

Votos por real

  • 2008, vereador: 11 votos por R$ 1.000, 45% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.