Apuração
Vereador · 2008 · PP

Diego Borges

Diego Borges Peixoto · nasceu em 1972

Diego Borges disputou uma eleição, em 2008, para vereador (Santo Antônio da Patrulha (RS)), pelo PP: suplente.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPP+0,67← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

VereadorPartidoPP2008
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, suplente.

Declarou ao TSE em 2008: 36 anos, ensino médio, agricultor. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2008
    PP 11444· direita
    suplente608 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2008, Diego Borges declarou R$ 964 mil em bens, em reais de hoje: 8,9 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul.

R$ 964 mil
em bens declarados em 2008, em reais de setembro de 2026 (R$ 357.518 na declaração)

Declarou 8,9 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2008.

  • Diego BorgesR$ 964 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 107,9 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 207,2 mil

Cada quadrado, R$ 25 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 964 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 10 itens declarados em 2008, do maior ao menor
  1. Colheitadeira john deere slc 1175R$ 242,7 mil
    Outros
  2. Casa de alvenaria rua nercy rosa 48R$ 215,7 mil
    Imóveis
  3. Caminhão ford/cargo ano 2001R$ 107,9 mil
    Veículos, barcos e aeronaves
  4. Trator valmet 118R$ 107,9 mil
    Veículos, barcos e aeronaves
  5. Trator mf 296R$ 94,4 mil
    Veículos, barcos e aeronaves
  6. Implementos agricolasR$ 80,9 mil
    Outros
  7. Automovel ford/fiesta ano 2003R$ 71,5 mil
    Veículos, barcos e aeronaves
  8. Poupança banrisulR$ 20,7 mil
    Dinheiro e aplicações
  9. Quotas da coop sto antonioR$ 13,7 mil
    Empresas e participações
  10. Capital no banco sicrediR$ 8.788
    Dinheiro e aplicações

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2008, Diego Borges declarou ao TSE R$ 29 mil em receitas, em reais de hoje.

2008 · Vereador · Santo Antônio da Patrulha (RS) · PP · suplente

De onde veio

R$ 29,3 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado. Em reais de hoje.

Para onde foi

R$ 29,3 mil
O maior gasto foi com material impresso: 61% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 29,3 mil.
  1. Material impressoR$ 17,8 mil60,7%
  2. ServiçosR$ 10,4 mil35,4%
  3. TransporteR$ 8863%
  4. PessoalR$ 2170,7%
  5. EscritórioR$ 540,2%

Quanto custou cada voto: vereador, Santo Antônio da Patrulha (RS), 2008

Diego Borges: R$ 48,2 por voto (mediana da disputa, R$ 27,3). Quem venceu, Margarete (Marga), gastou R$ 11,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 48,2; o mais barato, R$ 11,5.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Diego Borges. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2008, vereador: 21 votos por R$ 1.000, 36% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.