Apuração
Vereador · 2012 · PP

Didinho

Luiz Cezar Dal Moro · nasceu em 1960

Didinho disputou uma eleição, em 2012, para vereador (Cacique Doble (RS)), pelo PP: suplente.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPP+0,66← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

VereadorPartidoPP2012
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, suplente.

Declarou ao TSE em 2012: 51 anos, ensino médio, agricultor. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2012
    Vereador · Cacique Doble (RS)
    PP 11222· direita
    suplente103 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2012, Didinho declarou R$ 126,4 mil em bens, em reais de hoje.

R$ 126,4 mil
em bens declarados em 2012, em reais de setembro de 2026 (R$ 57.669 na declaração)

Declarou perto da mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2012.

  • DidinhoR$ 126,4 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 89,8 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 221,8 mil

Cada quadrado, R$ 10 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 126,4 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 8 itens declarados em 2012, do maior ao menor
  1. Empresa individualR$ 65,7 mil
    Loja
  2. Saldo correnteR$ 38,3 mil
    Dinheiro em espécie
  3. Terras de cultura 27.310R$ 8.897
    Terra nua
  4. Automóvel monza ano 1984R$ 6.574
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  5. Lote urbano 625M² 25%R$ 2.191
    Terreno
  6. 25% De predio comercial/residencialR$ 2.020
    Prédio residencial
  7. Participação na empresa irmão dal moro LTDA inativaR$ 1.630
    Loja
  8. SaldoR$ 971
    Caderneta de poupança

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2012, Didinho declarou ao TSE R$ 1,8 mil em receitas, em reais de hoje.

2012 · Vereador · Cacique Doble (RS) · PP · suplente

De onde veio

R$ 1.837
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado. Em reais de hoje.

Para onde foi

R$ 1.837
O maior gasto foi com transporte: 38% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 1.837.
  1. TransporteR$ 69337,7%
  2. ServiçosR$ 65035,4%
  3. Material impressoR$ 27715,1%
  4. Rádio, TV e vídeoR$ 21711,8%

Quanto custou cada voto: vereador, Cacique Doble (RS), 2012

Mediana da disputa: R$ 53,5 por voto. Quem venceu, Claudio, gastou R$ 23,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 131; o mais barato, R$ 23,7.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Roseli MDBR$ 10 mil · 78 votosR$ 131
  • Aldemir PTR$ 6,5 mil · 58 votosR$ 112
  • Anderson MDBR$ 10 mil · 90 votosR$ 111
  • Lenira MDBR$ 10 mil · 91 votosR$ 109
  • Mela PTR$ 10 mil · 139 votosR$ 72,4
  • Amarildo MDBR$ 11 mil · 154 votosR$ 68,9
  • Marcio MDBR$ 14 mil · 270 votosR$ 53,5
  • Bruno MDBR$ 9,1 mil · 181 votosR$ 50,3
  • Rangel MDBR$ 7,9 mil · 158 votosR$ 50
  • Gavião PTR$ 10 mil · 214 votosR$ 48,6
  • Kiko MDBR$ 10 mil · 213 votosR$ 47,8
  • Claudio DEMR$ 6,6 mil · 277 votosR$ 23,7

Votos por real

  • 2012, vereador: 56 votos por R$ 1.000, 2,8 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.