Didi de Carlos Pique
Claudenir Silva Oliveira · nasceu em 1974
Didi de Carlos Pique se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em nenhuma.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PDT (2004–2012), PSB (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 42 anos, superior completo, servidor público municipal, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Didi de Carlos Pique declarou R$ 952,9 mil em bens, em reais de hoje: 41 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Maranhão. Entre 2012 e 2016, o total caiu R$ 149,3 mil, já descontada a inflação.
Declarou 41 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Maranhão em 2016.
- Didi de Carlos PiqueR$ 952,9 mil
- Mediana dos candidatosR$ 23,3 mil
- Mediana dos eleitosR$ 97,5 mil
Cada quadrado, R$ 25 mil.
Os 8 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- Uma casa, no bairro turu sao luis-maR$ 406,2 milCasa
- Uma toyota SW4R$ 195 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Uma casa, no bairro coroadinho sao luis-maR$ 130 milCasa
- Uma casa em peri mirimR$ 81,2 milCasa
- Um automovel HB20SR$ 56,9 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Um moto honda 600FR$ 48,7 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Um terreno em peri mirimR$ 24,4 milTerreno
- Uma moto cgR$ 10,6 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Didi de Carlos Pique declarou ao TSE R$ 14 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 8,8 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Peri Mirim (MA) · PSB · suplente
De onde veio
Para onde foi
- TransporteR$ 5.61163,9%
- Material impressoR$ 1.22213,9%
- Rádio, TV e vídeoR$ 97211,1%
- ServiçosR$ 97211,1%
Quanto custou cada voto: vereador, Peri Mirim (MA), 2016
Didi De Carlos Pique: R$ 151 por voto (mediana da disputa, R$ 23). Quem venceu, Irmao Ednaldo, gastou R$ 12,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 151; o mais barato, R$ 12,2.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Didi De Carlos Pique. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Didi De Carlos Pique PSBR$ 8,8 mil · 58 votosR$ 151
- João De Cacho De Coco PSCR$ 5,8 mil · 60 votosR$ 97,2
- Lobato PSBR$ 6,6 mil · 209 votosR$ 31,8
- Marcos Bordalo DEMR$ 10 mil · 337 votosR$ 29,8
- Jaqueline Pinheiro PROSR$ 5,7 mil · 209 votosR$ 27,3
- Sandro Da Cantanhede MDBR$ 5,9 mil · 228 votosR$ 25,8
- Adê De Abimaei PSLR$ 5,5 mil · 241 votosR$ 23
- Rosa Pinheiro PTR$ 7,6 mil · 332 votosR$ 22,8
- Vadico CIDADANIAR$ 7,6 mil · 364 votosR$ 21
- Rui Ribeiro PLR$ 6,9 mil · 345 votosR$ 19,9
- Alan De Jorge Pereira AGIRR$ 5,6 mil · 421 votosR$ 13,4
- Irmao Ednaldo PLR$ 5,5 mil · 449 votosR$ 12,2
Votos por real
- 2016, vereador: 6,6 votos por R$ 1.000, 24% da mediana da disputa.
- 2012, vereador: 58 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.