Apuração
Vereador · 2008 · PL

Didê

Elair Aparecido Ventura · nasceu em 1972

Didê se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2008, e foi eleito em nenhuma.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPL+0,47← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PL2008PL← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Sempre pelo PL.

VereadorPartidoPL200420062008
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, suplente.

Declarou ao TSE em 2008: 36 anos, até o fundamental, motorista de veículos de transporte coletivo de passageiros. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2008
    Vereador · Carbonita (MG)
    PL 22333· direita
    suplente149 votos
  2. 2004
    Vereador · Carbonita (MG)
    PL 22333· direita
    suplente

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2008, Didê declarou R$ 711,8 mil em bens, em reais de hoje: 13 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais.

R$ 711,8 mil
em bens declarados em 2008, em reais de setembro de 2026 (R$ 264.000 na declaração)

Declarou 13 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2008.

  • DidêR$ 711,8 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 53,9 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 111,9 mil

Cada quadrado, R$ 20 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 711,8 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 4 itens declarados em 2008, do maior ao menor
  1. Uma casa residencialR$ 404,5 mil
    Imóveis
  2. Parte de um terreno ruralR$ 269,6 mil
    Bens rurais e animais
  3. Um automóvel GOL/92-93R$ 27 mil
    Veículos, barcos e aeronaves
  4. Uma motocicleta titan 125/2002R$ 10,8 mil
    Veículos, barcos e aeronaves

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Didê declarou ao TSE R$ 19 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 18 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 500.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2008 · Vereador · Carbonita (MG) · PL · suplente

De onde veio

R$ 18,2 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 18,2 mil.
  1. Próprio bolsoR$ 17,4 mil96%
  2. PessoasR$ 5352,9%
  3. EmpresasR$ 1040,6%
  4. PartidoR$ 800,4%

Para onde foi

R$ 18,2 mil
O maior gasto foi com outros: 97% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 18,2 mil.
  1. OutrosR$ 17,6 mil96,8%
  2. Material impressoR$ 2141,2%
  3. TransporteR$ 2031,1%
  4. EscritórioR$ 1630,9%

Quanto custou cada voto: vereador, Carbonita (MG), 2008

Didê: R$ 122 por voto (mediana da disputa, R$ 90,3). Quem venceu, Lena Do Retiro, gastou R$ 40,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 239; o mais barato, R$ 40,9.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Didê. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2008, vereador: 8,2 votos por R$ 1.000, 27% da mediana da disputa.
  • 2004, vereador: 83 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.