Diassis Toquim
Francisco de Assis Araujo da Silva · nasceu em 1973
Diassis Toquim se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 3 partidos: PL (2004), MDB (2016), PP (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 47 anos, até o fundamental, aposentado (exceto servidor público), cor parda. A cor declarada mudou: preta em 2016, parda em 2020. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016Vereador · Colônia do Piauí (PI)MDB 15555· centro-direita· na urna, Diassis Toquinhosuplente159 votos
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Diassis Toquim declarou R$ 5.686 em bens, em reais de hoje.
Em 2020, não declarou nenhum bem.
Declarou 25% da mediana dos candidatos a vereador no Piauí em 2016.
- Diassis ToquimR$ 5.686
- Mediana dos candidatosR$ 22,7 mil
- Mediana dos eleitosR$ 66,6 mil
Cada quadrado, R$ 2.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Diassis Toquim declarou ao TSE R$ 9,4 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para vereador: R$ 6,3 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Colônia do Piauí (PI) · MDB · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 2.34874,4%
- PessoasR$ 81025,6%
Para onde foi
- ServiçosR$ 1.61951,3%
- Material impressoR$ 64820,5%
- TransporteR$ 36111,4%
- Rádio, TV e vídeoR$ 32410,3%
- RepassesR$ 2066,5%
Quanto custou cada voto: vereador, Colônia do Piauí (PI), 2016
Diassis Toquinho: R$ 19,9 por voto (mediana da disputa, R$ 19,9). Quem venceu, Etevaldo Brito, gastou R$ 7,97 por voto. O voto mais caro custou R$ 116; o mais barato, R$ 7,97.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Diassis Toquinho. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Ailton MDBR$ 8,5 mil · 74 votosR$ 116
- Maristonio PC do BR$ 4,6 mil · 80 votosR$ 57,7
- Roniel Paixao PTBR$ 5,7 mil · 163 votosR$ 35,2
- Tunin PTBR$ 11 mil · 431 votosR$ 24,6
- Cristiano PTBR$ 6,8 mil · 305 votosR$ 22,3
- Diassis Toquinho MDBR$ 3,2 mil · 159 votosR$ 19,9
- Genilson MDBR$ 9,1 mil · 532 votosR$ 17
- Antwo PC do BR$ 6,5 mil · 432 votosR$ 15,1
- Raimundo Neto PSBR$ 3,3 mil · 331 votosR$ 9,96
- Veloso PODER$ 5 mil · 512 votosR$ 9,78
- Etevaldo Brito PTR$ 2,7 mil · 340 votosR$ 7,97
Votos por real
- 2016, vereador: 54 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 17 votos por R$ 1.000, 63% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.