Apuração
Vice-prefeito · 2024 · MDB

Di

Aldir Dourival Rosa · nasceu em 1966

Di se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2024, e foi eleito em 2.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoMDB+0,17← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004DEM2012MDB2016MDB2020PSB2024MDB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012 e 2016.

Passou por 3 partidos: DEM (2004), MDB (2012–2016), PSB (2020), MDB (2024).

Vice-prefeitoVereadorPartidoDEMMDBPSBMDB’04’06’08’10’12’14’16’18’20’22’24
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vice-prefeito, 2024, chapa eleita.

Declarou ao TSE em 2024: 58 anos, ensino médio, empresário, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2024
    MDB 22· centro-direita
    Na chapa de Marquinho
    chapa eleita10.376 votos da chapa, 73,2%
  2. 2020
    PSB 55· centro-esquerda
    Na chapa de Marquinho
    chapa eleita6.959 votos da chapa, 60,5%
  3. 2016
    MDB 15315· centro-direita
    eleito499 votos
  4. 2012
    MDB 15315· centro-direita
    eleito542 votos
  5. 2004
    DEM 25123· direita
    suplente437 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2024, Di declarou R$ 380 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2012 e 2024, o total caiu R$ 202,9 mil, já descontada a inflação.

Cada quadrado, R$ 20 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 380 mil
em bens declarados em 2024, em reais de setembro de 2026 (R$ 344.000 na declaração)
Cada quadrado é 1% de R$ 380 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Di declarou ao TSE R$ 28 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 17 mil, 1,9% de dinheiro público.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 500.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2016 · Vereador · Governador Celso Ramos (SC) · MDB · eleito

De onde veio

R$ 17,1 mil
1,9% veio de fundos públicos; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 17,1 mil.
  1. Próprio bolsoR$ 12,6 mil73,8%
  2. PartidoTudo de Diretorio Do Partido Do Movimento Democratico Brasileiro PmdbR$ 1.81410,6%
  3. Pessoas1 pessoas, não nomeadasR$ 1.6199,5%
  4. Outros candidatosR$ 7244,2%
  5. Fundo partidárioR$ 3241,9%

Para onde foi

R$ 16,9 mil
O maior gasto foi com transporte: 83% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 16,9 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. ServiçosR$ 8104,8%
  2. OutrosR$ 3241,9%

Quanto custou cada voto: vereador, Governador Celso Ramos (SC), 2016

Di: R$ 33,8 por voto (mediana da disputa, R$ 33,8). Quem venceu, Marquinho, gastou R$ 7,93 por voto. O voto mais caro custou R$ 345; o mais barato, R$ 7,93.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Di. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Rosane Cardoso MDBR$ 5,9 mil · 17 votosR$ 345
  • Neneu MDBR$ 7 mil · 56 votosR$ 126
  • Abraão Do Jordão MDBR$ 12 mil · 141 votosR$ 82,4
  • Adilson Santos MDBR$ 9,2 mil · 161 votosR$ 57
  • Beto Quintino PSBR$ 7,8 mil · 167 votosR$ 46,4
  • Pedro Paulo MDBR$ 8 mil · 216 votosR$ 36,8
  • Di MDBR$ 17 mil · 499 votosR$ 33,8
  • Carol Batistoti MDBR$ 17 mil · 558 votosR$ 29,9
  • Helder Angelica MDBR$ 6,5 mil · 315 votosR$ 20,8
  • Cesar Passos PSDR$ 7,1 mil · 402 votosR$ 17,7
  • Josué Da Dona Lena PSDR$ 11 mil · 847 votosR$ 12,5
  • Marquinho PSDR$ 11 mil · 1.437 votosR$ 7,93

Votos por real

  • 2016, vereador: 30 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 54 votos por R$ 1.000, 2,2 vezes a mediana da disputa.
  • 2004, vereador: 437 votos por R$ 1.000, 4,7 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.