Deucimar Talon
Deucimar Talon Toledo · nasceu em 1971
Deucimar Talon se candidatou em 4 eleições, de 2008 a 2018, e foi eleito em 1. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012.
Passou por 3 partidos: PDT (2008), PT (2012), PRP (2016–2018).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado federal, 2018, candidatura não chegou à urna.
Declarou ao TSE em 2018: 47 anos, ensino médio, comerciante, cor parda. A cor declarada mudou: branca em 2016, parda em 2018. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2018
- 2016
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Deucimar Talon declarou R$ 48,5 mil em bens, em reais de hoje.
Em 2016, não declarou nenhum bem.
Mais da metade (50%) dos candidatos a vereador no Rio de Janeiro não declarou nenhum bem em 2008.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Deucimar Talon declarou ao TSE R$ 521 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para prefeito: R$ 301 mil.
Campanha a campanha
2016 · Prefeito · Rio das Ostras (RJ) · PRP · não eleito
De onde veio
- Fundo partidárioTudo de Partido Republicano Progressista - PrpR$ 72,8 mil82,4%
- Próprio bolsoR$ 8.3009,4%
- Pessoas3 pessoas, não nomeadasR$ 7.2868,2%
Para onde foi
- PessoalTudo de Partido Republicano Progressista - PrpR$ 42,9 mil48,5%
- Serviços2 pessoas, não nomeadasR$ 5.6676,4%
- TransporteR$ 3.2323,7%
- Rádio, TV e vídeoR$ 2.4292,7%
- EscritórioR$ 520,1%
Quanto custou cada voto: prefeito, Rio das Ostras (RJ), 2016
Deucimar: R$ 8,42 por voto (mediana da disputa, R$ 8,42). Quem venceu, Carlos Augusto, gastou R$ 24,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 24,1; o mais barato, R$ 2,17.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Deucimar. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 7 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Carlos Augusto MDBR$ 676 mil · 28.046 votosR$ 24,1
- Adrian Mussi PHSR$ 24 mil · 1.521 votosR$ 16,1
- Deucimar PRPR$ 88 mil · 10.503 votosR$ 8,42
- Poggian REDER$ 32 mil · 4.212 votosR$ 7,53
- Winnie Freitas PSOLR$ 4,8 mil · 2.210 votosR$ 2,17
Votos por real
- 2016, prefeito: 119 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2012, vereador: 7,8 votos por R$ 1.000, 2,3 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 12 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.