Derli Pinheiro
Vanderli Pereira Pinheiro · nasceu em 1955
Derli Pinheiro se candidatou em 4 eleições, de 2008 a 2024, e foi eleito em 1.
Esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2020.
Passou por 2 partidos: PSB (2008–2012), PT (2020–2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, suplente.
Declarou ao TSE em 2024: 69 anos, ensino médio, agricultor, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Derli Pinheiro declarou R$ 1,3 mi em bens, em reais de hoje: 50 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2008 e 2024, o total subiu R$ 899,6 mil acima da inflação.
Declarou 50 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2024.
- Derli PinheiroR$ 1,3 mi
- Mediana dos candidatosR$ 26,6 mil
- Mediana dos eleitosR$ 104,9 mil
Cada quadrado, R$ 50 mil.
Os 4 itens declarados em 2024, do maior ao menor
- Casa urbanaR$ 662,8 milCasa
- Sítio santa claraR$ 331,4 milOutros bens imóveis rural
- Sítio vista alegreR$ 165,7 milOutros bens imóveis rural
- Sítio santa claraR$ 165,7 milOutros bens imóveis rural
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Derli Pinheiro declarou ao TSE R$ 30 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para prefeito: R$ 14 mil.
Campanha a campanha
2024 · Vereador · Tombos (MG) · PT · suplente
De onde veio
- Fundo eleitoralR$ 4.38747,5%
- PessoasR$ 1.98921,5%
- Outros candidatosR$ 1.39415,1%
- Próprio bolsoR$ 1.30214,1%
- VaquinhaR$ 1151,2%
- Fundo partidárioR$ 540,6%
Para onde foi
- Material impressoR$ 2.72249,9%
- PessoalR$ 2.18740,1%
- TransporteR$ 4598,4%
- EscritórioR$ 851,6%
Quanto custou cada voto: vereador, Tombos (MG), 2024
Derli Pinheiro: R$ 31,7 por voto (mediana da disputa, R$ 26,4). Quem venceu, Carol Bianchini, gastou R$ 12,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 69,3; o mais barato, R$ 12,1.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Derli Pinheiro. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Daniel Da Carminha PPR$ 4,6 mil · 66 votosR$ 69,3
- Tuquinha Bastos UNIÃOR$ 11 mil · 179 votosR$ 59,8
- Edinho Mendonça UNIÃOR$ 11 mil · 242 votosR$ 45,9
- Professor Marcelão PTR$ 6,7 mil · 186 votosR$ 35,9
- Amanda Lazzaroni UNIÃOR$ 11 mil · 305 votosR$ 35,8
- Derli Pinheiro PTR$ 5,5 mil · 172 votosR$ 31,7
- Carlinhos Pedra Bonita UNIÃOR$ 8,2 mil · 312 votosR$ 26,4
- Miguel Oliveira UNIÃOR$ 4,9 mil · 209 votosR$ 23,6
- Maikon Lazzaroni UNIÃOR$ 7 mil · 301 votosR$ 23,1
- Professora Vânia Bianchini PTR$ 4 mil · 244 votosR$ 16,5
- Carlezia Neris UNIÃOR$ 4,3 mil · 263 votosR$ 16,4
- Carol Bianchini PPR$ 4,7 mil · 386 votosR$ 12,1
Votos por real
- 2024, vereador: 32 votos por R$ 1.000, 94% da mediana da disputa.
- 2020, vereador: 43 votos por R$ 1.000, 69% da mediana da disputa.
- 2012, vereador: 44 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
- 2008, prefeito: 54 votos por R$ 1.000, 56% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.