Denilson Caleran
Denilson Donizete Caleran · nasceu em 1976
Denilson Caleran se candidatou em 5 eleições, de 2012 a 2024, e foi eleito em 2.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012 e 2016.
Sempre pelo PDT.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2024, não eleito.
Declarou ao TSE em 2024: 48 anos, superior incompleto, empresário, cor parda. A cor declarada mudou: branca em 2016, parda em 2020. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020
- 2018Deputado estadual · ParanáPDT 12999· centro-esquerdasuplente3.713 votos; 207º mais votado de 704 no estado
- 2016
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2018, Denilson Caleran teve 3.713 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 207º lugar entre 704 candidatos.
Recebeu votos em 74 cidades. Mandaguaçu deu 78,8% deles; as 15 cidades que mais votaram, 95,9%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Denilson Caleran declarou R$ 524,7 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2012 e 2024, o total subiu R$ 490,3 mil acima da inflação.
Declarou perto da mediana dos candidatos a prefeito no Paraná em 2024.
- Denilson CaleranR$ 524,7 mil
- Mediana dos candidatosR$ 466,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 623,5 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Os 4 itens declarados em 2024, do maior ao menor
- CasaR$ 220,9 milCasa
- TratorR$ 165,7 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Camionete hiluxR$ 110,5 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Dinheiro em especieR$ 27,6 milDinheiro em espécie
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Denilson Caleran declarou ao TSE R$ 346 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2024, para prefeito: R$ 184 mil, 48% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2024 · Prefeito · Mandaguaçu (PR) · PDT · não eleito
De onde veio
- Pessoas33 pessoas, não nomeadasR$ 88,3 mil48%
- Próprio bolsoR$ 8.2034,5%
Para onde foi
- Pessoal17 pessoas, não nomeadasR$ 26,8 mil16,1%
- TransporteR$ 6.5123,9%
- OutrosR$ 3.9372,4%
Quanto custou cada voto: prefeito, Mandaguaçu (PR), 2024
Denilson Caleran: R$ 34,6 por voto (mediana da disputa, R$ 25,4). Quem venceu, Beto Dentista, gastou R$ 25,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 34,6; o mais barato, R$ 22,4.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Denilson Caleran. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Denilson Caleran PDTR$ 166 mil · 4.810 votosR$ 34,6
- Thiago Medeiros AVANTER$ 28 mil · 884 votosR$ 31,9
- Beto Dentista PSDR$ 207 mil · 8.145 votosR$ 25,4
- Gleber Netto REDER$ 2,9 mil · 130 votosR$ 22,4
Votos por real
- 2024, prefeito: 30 votos por R$ 1.000, 85% da mediana da disputa.
- 2020, prefeito: 36 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
- 2018, deputado estadual: 88 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 57 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.