Apuração
Vereador · 2008 · MDB

Denilson

Denilson Mota Lima · nasceu em 1974

Denilson se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2008, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro, pelo partido

Pelo partidoMDB+0,07← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004MDB2008MDB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Sempre pelo MDB.

VereadorPartidoMDB200420062008
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, suplente.

Declarou ao TSE em 2008: 34 anos, superior completo, professor de ensino fundamental. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2008
    Vereador · Itamarati (AM)
    MDB 15111· centro
    suplente70 votos
  2. 2004
    Vereador · Itamarati (AM)
    MDB 15333· centro
    suplente42 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2008, Denilson declarou R$ 32,4 mil em bens, em reais de hoje.

R$ 32,4 mil
em bens declarados em 2008, em reais de setembro de 2026 (R$ 12.000 na declaração)

Declarou perto da mediana dos candidatos a vereador no Amazonas em 2008.

  • DenilsonR$ 32,4 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 40,4 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 122,7 mil

Cada quadrado, R$ 5.000.

Cada quadrado é 1% de R$ 32,4 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2008, Denilson declarou ao TSE R$ 2,5 mil em receitas, em reais de hoje.

2008 · Vereador · Itamarati (AM) · MDB · suplente

De onde veio

R$ 2.544
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado. Em reais de hoje.

Para onde foi

R$ 2.544
O maior gasto foi com material impresso: 100% do total. Em reais de hoje.

Quanto custou cada voto: vereador, Itamarati (AM), 2008

Denilson: R$ 36,3 por voto (mediana da disputa, R$ 36,3). Quem venceu, Carlos, gastou R$ 9,82 por voto. O voto mais caro custou R$ 1.272; o mais barato, R$ 9,82.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Denilson. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 2 sem votos registrados.

Ver em tabela
  • Helio PSCR$ 2,5 mil · 2 votosR$ 1.272
  • Jailton MDBR$ 2,5 mil · 5 votosR$ 509
  • A Pereira PPR$ 11 mil · 91 votosR$ 124
  • Apunuene MDBR$ 2,5 mil · 29 votosR$ 87,7
  • França PTBR$ 16 mil · 213 votosR$ 75,4
  • Denilson MDBR$ 2,5 mil · 70 votosR$ 36,3
  • Francisco Elcivan MDBR$ 2,5 mil · 131 votosR$ 19,4
  • Haroldo PSCR$ 2,5 mil · 208 votosR$ 12,2
  • Manoel Pinheiro MDBR$ 2,5 mil · 238 votosR$ 10,7
  • Carlos PSCR$ 2,5 mil · 259 votosR$ 9,82

Votos por real

  • 2008, vereador: 28 votos por R$ 1.000, 1,8 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.