Denilsão
Denilson Rodrigues Silveira · nasceu em 1965
Denilsão se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 3.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: prefeito, em 2012.
Passou por 2 partidos: PC do B (2004–2012), MDB (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2016, não eleito.
Declarou ao TSE em 2016: 51 anos, superior completo, prefeito, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2010Deputado estadual · Minas GeraisPC do B 65555· esquerdasuplente8.138 votos; 231º mais votado de 942 no estado
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2010, Denilsão teve 8.138 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 231º lugar entre 942 candidatos.
Recebeu votos em 93 cidades. Francisco Sá deu 87,2% deles; as 15 cidades que mais votaram, 97,4%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Denilsão declarou R$ 34,8 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 31,5 mil acima da inflação.
Declarou 7% da mediana dos candidatos a prefeito em Minas Gerais em 2016.
- DenilsãoR$ 34,8 mil
- Mediana dos candidatosR$ 467,1 mil
- Mediana dos eleitosR$ 497,8 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Denilsão declarou ao TSE R$ 891 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para prefeito: R$ 632 mil.
Campanha a campanha
2016 · Prefeito · Francisco Sá (MG) · MDB · não eleito
De onde veio
- Pessoas25 pessoas, não nomeadasR$ 94 mil73,7%
- Próprio bolsoR$ 33,6 mil26,3%
Para onde foi
- Pessoal10 pessoas, não nomeadasR$ 12,2 mil9,6%
- Rádio, TV e vídeoR$ 4050,3%
Quanto custou cada voto: prefeito, Francisco Sá (MG), 2016
Denilsão: R$ 35,2 por voto (mediana da disputa, R$ 28,2). Quem venceu, Mario Osvaldo, gastou R$ 28,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 35,2; o mais barato, R$ 15,4.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Denilsão. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Denilsão MDBR$ 128 mil · 3.627 votosR$ 35,2
- Zelia Prado MOBILIZAR$ 100 mil · 3.445 votosR$ 29,2
- Mario Osvaldo PTR$ 154 mil · 5.454 votosR$ 28,2
- Ronaldo Ramon DEMR$ 27 mil · 1.772 votosR$ 15,4
Votos por real
- 2016, prefeito: 28 votos por R$ 1.000, 82% da mediana da disputa.
- 2012, prefeito: 15 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
- 2010, deputado estadual: 73 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 37 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.