Denguinho
Márcio Antônio Gonçalves · nasceu em 1966
Denguinho se candidatou em 6 eleições, de 2004 a 2024, e foi eleito em 3.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008, 2012 e 2016.
Passou por 5 partidos: PT (2004), PTB (2008–2012), PSDB (2016), AVANTE (2020), MDB (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vice-prefeito, 2024, chapa eleita.
Declarou ao TSE em 2024: 57 anos, ensino médio, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024Vice-prefeito · Pitangui (MG)MDB 15· centro-direitaNa chapa de Maria Lucia Cardosochapa eleita9.727 votos da chapa, 60,1%
- 2020Vice-prefeito · Pitangui (MG)AVANTE 15· centro-direitaNa chapa de Maria Lucia Cardosochapa eleita8.733 votos da chapa, 53,9%
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Denguinho declarou R$ 466,2 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2024, o total subiu R$ 412,3 mil acima da inflação.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Denguinho declarou ao TSE R$ 16 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 7,1 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Pitangui (MG) · PSDB · eleito
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 5.55286%
- Outros candidatosTudo de Eleicao 2016 Marcilio Valadares PrefeitoR$ 5338,2%
- PartidoTudo de Psdb - Partido Da Social Democracia Brasileira - Comissao Provisoria MunicipalR$ 3725,8%
Para onde foi
- Pessoal5 pessoas, não nomeadasR$ 2.02431,3%
- ServiçosTudo de Psdb - Partido Da Social Democracia Brasileira - Comissao Provisoria MunicipalR$ 3725,8%
- TransporteR$ 2303,6%
- Rádio, TV e vídeoR$ 811,3%
Quanto custou cada voto: vereador, Pitangui (MG), 2016
Denguinho: R$ 9,75 por voto (mediana da disputa, R$ 21,7). Quem venceu, Celio Leiteiro, gastou R$ 6,70 por voto. O voto mais caro custou R$ 108; o mais barato, R$ 6,70.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Denguinho. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Iole De Freitas PTR$ 8 mil · 74 votosR$ 108
- Luana Da Saúde PTR$ 8,7 mil · 101 votosR$ 86,6
- Daniel Da Loja REPUBLICANOSR$ 14 mil · 196 votosR$ 73,2
- Guilherme Filho Paulo Prefeito DEMR$ 15 mil · 273 votosR$ 55,1
- Neco Do Tim Do Zé Da Cota PSDR$ 26 mil · 934 votosR$ 27,9
- Edinho Araujo PODER$ 8,2 mil · 361 votosR$ 22,6
- Jânio PPR$ 10 mil · 474 votosR$ 21,7
- Bilão PROSR$ 7 mil · 443 votosR$ 15,9
- Messias Do Sindicato PSDBR$ 7,3 mil · 544 votosR$ 13,4
- Denguinho PSDBR$ 6,5 mil · 662 votosR$ 9,75
- Maria Luiza Do Nego Evaristo PSDBR$ 6,2 mil · 915 votosR$ 6,76
- Celio Leiteiro PROSR$ 6,2 mil · 927 votosR$ 6,70
Votos por real
- 2016, vereador: 103 votos por R$ 1.000, 2,9 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 75 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 302 votos por R$ 1.000, 5,4 vezes a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 210 votos por R$ 1.000, 2,6 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.