Denerval
Aldenerval Francisco · nasceu em 1947
Denerval se candidatou em 6 eleições, de 2004 a 2024, e foi eleito em 1.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008.
Passou por 3 partidos: PODE (2004), PC do B (2008–2016), UNIÃO (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, suplente.
Declarou ao TSE em 2024: 77 anos, até o fundamental, empresário, cor preta. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2016
- 2014Deputado estadual · Espírito SantoPC do B 65000· esquerdasuplente1.112 votos; 193º mais votado de 472 no estado
- 2012
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2014, Denerval teve 1.112 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 193º lugar entre 472 candidatos.
Recebeu votos em 32 cidades. Piúma deu 64,3% deles; as 15 cidades que mais votaram, 96,3%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Denerval declarou R$ 1,5 mi em bens, em reais de hoje: 101 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Espírito Santo. Entre 2008 e 2024, o total subiu R$ 851,7 mil acima da inflação.
Declarou 101 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Espírito Santo em 2024.
- DenervalR$ 1,5 mi
- Mediana dos candidatosR$ 14,4 mil
- Mediana dos eleitosR$ 66 mil
Cada quadrado, R$ 50 mil.
Os 8 itens declarados em 2024, do maior ao menor
- Prédio ComercialR$ 563,4 milPrédio comercial
- Prédio ComercialR$ 403,2 milPrédio comercial
- casa ResidencialR$ 298,3 milCasa
- CapitalR$ 110,5 milOutros bens e direitos
- CapitalR$ 39,6 milOutros bens e direitos
- TerrenoR$ 38,7 milTerreno
- CapitalR$ 5.523Outros bens e direitos
- CapitalR$ 2.231Outros bens e direitos
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Denerval declarou ao TSE R$ 33 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para prefeito: R$ 19 mil.
Campanha a campanha
2016 · Prefeito · Piúma (ES) · PC do B · não eleito
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 10,4 mil54,3%
- Pessoas6 pessoas, não nomeadasR$ 8.74445,7%
Para onde foi
- Pessoal4 pessoas, não nomeadasR$ 3.07616,1%
- TransporteTudo de S & M Ltda - EppR$ 1.3266,9%
Quanto custou cada voto: prefeito, Piúma (ES), 2016
Denerval Do Motel: R$ 51,3 por voto (mediana da disputa, R$ 46,8). Quem venceu, Professor Ricardo, gastou R$ 16 por voto. O voto mais caro custou R$ 51,3; o mais barato, R$ 16.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Denerval Do Motel. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Denerval Do Motel PC do BR$ 19 mil · 373 votosR$ 51,3
- Samuel Zuqui MDBR$ 266 mil · 5.689 votosR$ 46,8
- Professor Ricardo PDTR$ 102 mil · 6.388 votosR$ 16
Votos por real
- 2016, prefeito: 20 votos por R$ 1.000, 91% da mediana da disputa.
- 2014, deputado estadual: 86 votos por R$ 1.000, 2,2 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 242 votos por R$ 1.000, 15 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 389 votos por R$ 1.000, 9,7 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.