Apuração
Prefeito · 2016 · PSC

Della Rosa

Antonio Goncalo Della Rosa · nasceu em 1949

Della Rosa disputou uma eleição, em 2016, para prefeito (Nova Bandeirantes (MT)), pelo PSC: não eleito.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPSC+0,60← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

PrefeitoPartidoPSC2016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2016, não eleito.

Declarou ao TSE em 2016: 67 anos, ensino médio, aposentado (exceto servidor público), cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    PSC 20· direita
    não eleito1.521 votos, 23,4%

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Della Rosa declarou R$ 286,4 mil em bens, em reais de hoje.

R$ 286,4 mil
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 176.306 na declaração)

Declarou 34% da mediana dos candidatos a prefeito em Mato Grosso em 2016.

  • Della RosaR$ 286,4 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 843 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 1,4 mi

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 286,4 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 10 itens declarados em 2016, do maior ao menor
  1. ChacaraR$ 117 mil
    Outros bens imóveis
  2. Disponibilidade finaceiraR$ 75,4 mil
    Outros fundos
  3. Predio comercialR$ 56,9 mil
    Outros bens imóveis
  4. Lote industrialR$ 25 mil
    Outros bens imóveis
  5. Motocilcleta marca honda mod CG125R$ 6.731
    Outros bens móveis
  6. Plano de integralização cooperativo sicrediR$ 1.825
    Renda fixa (CDB, RDB e outros)
  7. Extrato bancarioR$ 1.345
    Conta corrente no país
  8. AplicaçãoR$ 1.339
    Caderneta de poupança
  9. Conta capital cooperativa credito de livre admissão de…R$ 859
    Fundo de Investimento Imobiliário
  10. Fundo de aplicações financeiroR$ 130
    Fundo de Curto Prazo

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2016, Della Rosa declarou ao TSE R$ 138 mil em receitas, em reais de hoje.

2016 · Prefeito · Nova Bandeirantes (MT) · PSC · não eleito

De onde veio

R$ 138,3 mil
0% veio de fundos públicos; 14 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 138,3 mil.
  1. Próprio bolsoR$ 73,3 mil53%
  2. Pessoas14 pessoas, não nomeadasR$ 36,8 mil26,6%
  3. PartidoTudo de Partido Social CristaoR$ 27,7 mil20%
  4. Outros candidatosR$ 4470,3%

Para onde foi

R$ 138,3 mil
O maior gasto foi com serviços: 41% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 138,3 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Rádio, TV e vídeoR$ 8100,6%
  2. EscritórioR$ 7320,5%
  3. OutrosR$ 3010,2%

Quanto custou cada voto: prefeito, Nova Bandeirantes (MT), 2016

Della Rosa: R$ 90,9 por voto (mediana da disputa, R$ 60,2). Quem venceu, Valdir Rio Branco, gastou R$ 64,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 90,9; o mais barato, R$ 0,39.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Della Rosa. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2016, prefeito: 11 votos por R$ 1.000, 68% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.