Delegado Evandro
Evandro dos Santos Costa · nasceu em 1967
Delegado Evandro se candidatou em 2 eleições, de 2018 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo PSC.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 53 anos, superior completo, aposentado (exceto servidor público), cor parda. A cor declarada mudou: preta em 2018, parda em 2020. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2018Deputado estadual · Minas GeraisPSC 20150· direitasuplente2.535 votos; 401º mais votado de 1.255 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2018, Delegado Evandro teve 2.535 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 401º lugar entre 1.255 candidatos.
Recebeu votos em 121 cidades. Governador Valadares deu 67,3% deles; as 15 cidades que mais votaram, 89,4%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2018, Delegado Evandro declarou R$ 621 mil em bens, em reais de hoje: 9,5 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais.
Em 2020, não declarou nenhum bem.
Declarou 9,5 vezes a mediana dos candidatos a deputado estadual em Minas Gerais em 2018.
- Delegado EvandroR$ 621 mil
- Mediana dos candidatosR$ 65,4 mil
- Mediana dos eleitosR$ 1,3 mi
Cada quadrado, R$ 50 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Delegado Evandro declarou ao TSE R$ 129 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2020, para vereador: R$ 84 mil, 20% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Governador Valadares (MG) · PSC · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 67,2 mil79,7%
- Outros candidatosR$ 17,1 mil20,3%
Para onde foi
- Material impressoR$ 59,9 mil89,2%
- InternetR$ 4.2466,3%
- PessoalR$ 2.9724,4%
- EscritórioR$ 14< 0,1%
Quanto custou cada voto: vereador, Governador Valadares (MG), 2020
Delegado Evandro: R$ 116 por voto (mediana da disputa, R$ 48,8). Quem venceu, Paulinho Costa, gastou R$ 25 por voto. O voto mais caro custou R$ 146; o mais barato, R$ 25.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Delegado Evandro. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Guilherme Do Bmg REDER$ 40 mil · 273 votosR$ 146
- Delegado Evandro PSCR$ 67 mil · 580 votosR$ 116
- Emil Da Celuflash PLR$ 69 mil · 593 votosR$ 116
- Ana Paula Santos MDBR$ 35 mil · 312 votosR$ 113
- Dr. Lucas Coelho PVR$ 43 mil · 781 votosR$ 54,9
- Geremias Brito PDTR$ 44 mil · 907 votosR$ 48,8
- Alê Alessandro Ferraz DEMR$ 78 mil · 1.968 votosR$ 39,7
- Jamir Calili PODER$ 84 mil · 2.288 votosR$ 36,5
- Enes Candido DEMR$ 148 mil · 5.178 votosR$ 28,6
- Coronel Wagner PRTBR$ 39 mil · 1.425 votosR$ 27,1
- Paulinho Costa PDTR$ 49 mil · 1.965 votosR$ 25
Votos por real
- 2020, vereador: 8,6 votos por R$ 1.000, 12% da mediana da disputa.
- 2018, deputado estadual: 66 votos por R$ 1.000, 75% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.