Delegado Cleber
Cleber Faria da Silva · nasceu em 1969
Delegado Cleber se candidatou em 4 eleições, de 2008 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 4 partidos: PL (2008), PSDB (2012), MDB (2016), PSL (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vice-prefeito, 2020, vice na chapa.
Declarou ao TSE em 2020: 51 anos, superior completo, policial civil, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Delegado Cleber declarou R$ 1,1 mi em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2020, o total subiu R$ 905,9 mil acima da inflação.
Os 11 itens declarados em 2020, do maior ao menor
- Um apartamento na rua vieira bragaR$ 477,7 milApartamento
- Veiculo hyundai creta 1.6R$ 120,2 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Renault fluense adquirido djon automoveis 2013/2014R$ 91,9 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Banco do brasilR$ 73,4 milCaderneta de poupança
- Banco do brasil- agro negocioR$ 70,5 milRenda fixa (CDB, RDB e outros)
- 1/10 Casa na rua mecaR$ 64,6 milCasa
- Em poder dp declaranteR$ 64,6 milDinheiro em espécie
- 1/10 Casa na rua boninasR$ 43,1 milCasa
- Banco do brasilR$ 34 milCaderneta de poupança
- Banco do brasilR$ 9.287Caderneta de poupança
- Banco itauR$ 4.796Caderneta de poupança
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Delegado Cleber declarou ao TSE R$ 30 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 15 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Santos Dumont (MG) · MDB · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 7.76198,2%
- Outros candidatosR$ 861,1%
- Fundo partidárioR$ 570,7%
Para onde foi
- Material impressoR$ 7.41893,9%
- Rádio, TV e vídeoR$ 4866,1%
Quanto custou cada voto: vereador, Santos Dumont (MG), 2016
Doutor Cléber: R$ 25,4 por voto (mediana da disputa, R$ 17,4). Quem venceu, Flavio Faria, gastou R$ 10,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 111; o mais barato, R$ 10,1.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Doutor Cléber. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Paulo Vieira DEMR$ 15 mil · 135 votosR$ 111
- Isabel Paixao PTBR$ 11 mil · 237 votosR$ 47,6
- Altamir Motorista PTR$ 15 mil · 537 votosR$ 27,7
- Doutor Cléber MDBR$ 7,9 mil · 311 votosR$ 25,4
- Dorival PSBR$ 8,5 mil · 414 votosR$ 20,6
- Conrado PTR$ 15 mil · 757 votosR$ 19,9
- Claudio Paes DEMR$ 8,7 mil · 499 votosR$ 17,4
- Claudia Correa PTR$ 11 mil · 634 votosR$ 17,4
- Ze Abud PPR$ 7,8 mil · 453 votosR$ 17,2
- Sandra Cabral REPUBLICANOSR$ 8,9 mil · 612 votosR$ 14,5
- Claudio Almeida PHSR$ 8,2 mil · 794 votosR$ 10,3
- Flavio Faria PTBR$ 8,5 mil · 840 votosR$ 10,1
Votos por real
- 2016, vereador: 39 votos por R$ 1.000, 79% da mediana da disputa.
- 2012, vereador: 19 votos por R$ 1.000, 40% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 22 votos por R$ 1.000, 33% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.