Conrado
Conrado Luciano Baptista · nasceu em 1986
Conrado se candidatou em 2 eleições, de 2016 a 2020, e foi eleito em todas.
Esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2016 e 2020.
Sempre pelo PT.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, eleito.
Declarou ao TSE em 2020: 34 anos, superior completo, advogado, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Conrado declarou R$ 225,9 mil em bens, em reais de hoje: 10 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2016 e 2020, o total caiu R$ 13,8 mil, já descontada a inflação.
Declarou 10 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2020.
- ConradoR$ 225,9 mil
- Mediana dos candidatosR$ 21,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 96,2 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Os 4 itens declarados em 2020, do maior ao menor
- 1/3 de uma casa situada em Cabo Frio/RJR$ 172,4 milCasa
- Veículo automotor Corsa Classic FlexR$ 24,4 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Capital social em nome do cônjuge do declaranteR$ 21,5 milOutros bens e direitos
- Saldo em conta poupançaR$ 7.562Outros créditos e poupança vinculada
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Conrado declarou ao TSE R$ 36 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2020, para vereador: R$ 20 mil, 22% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Santos Dumont (MG) · PT · eleito
De onde veio
- Pessoas9 pessoas, não nomeadasR$ 13,6 mil69,6%
- Fundo eleitoralTudo de Partido Dos Trabalhadores PtR$ 4.24621,7%
- Próprio bolsoR$ 1.4467,4%
- Outros candidatosR$ 2731,4%
Para onde foi
- Pessoal5 pessoas, não nomeadasR$ 3.92025,8%
- Rádio, TV e vídeoTudo de Alex Da Silva Alves Pereira 08079770638R$ 1.62710,7%
- OutrosR$ 7084,7%
- InternetR$ 2831,9%
- EscritórioR$ 200,1%
Quanto custou cada voto: vereador, Santos Dumont (MG), 2020
Conrado: R$ 21,4 por voto (mediana da disputa, R$ 21,4). Quem venceu, Zé Abud, gastou R$ 6,12 por voto. O voto mais caro custou R$ 72,9; o mais barato, R$ 6,12.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Conrado. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Professor Wilsinho PSLR$ 14 mil · 194 votosR$ 72,9
- Paulo Vieira CIDADANIAR$ 4,7 mil · 87 votosR$ 54
- Tchelo Pedro PSCR$ 9,6 mil · 226 votosR$ 42,4
- Josiane Tavares PTR$ 6 mil · 201 votosR$ 29,9
- Claudio Almeida PSDR$ 6,9 mil · 263 votosR$ 26,1
- Zé Da Noêmia PSCR$ 3 mil · 116 votosR$ 25,6
- Conrado PTR$ 15 mil · 709 votosR$ 21,4
- Pablo Motorista DEMR$ 4 mil · 232 votosR$ 17,3
- Keilon Mazilão PSLR$ 5 mil · 385 votosR$ 12,9
- Sandra Cabral PSDR$ 5 mil · 605 votosR$ 8,30
- Francini Tavares CIDADANIAR$ 2,6 mil · 375 votosR$ 6,98
- Zé Abud PSLR$ 2,6 mil · 428 votosR$ 6,12
Votos por real
- 2020, vereador: 47 votos por R$ 1.000, 54% da mediana da disputa.
- 2016, vereador: 50 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.